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domingo, 30 de junho de 2013

Relação de simpatia e antipatia com os espíritos - Juventude - 22/06/2013

Tema do mês: MUNDO ESPÍRITA                                                  Data: 22 Junho 13
Objetivo Formativo: Reconhecer a interdependência entre o mundo espiritual e material.
Objetivo Informativo: Identificar a natureza do corpo espiritual e as características que as fundamentamos limites e potencialidades presentes no comportamento humano.

Tema da aula: Relação de simpatia e antipatia com os espíritos
Objetivo da aula: ajudar os evangelizandos a entender comportamentos e sentimentos que experimentamos sem nossa compreensão ou de forma involuntária e buscar maneiras de se conhecer e vencer nossas mazelas interiores através da compreensão e do amor.


Lembrar Campanha do Alimento deste mês => MACARRÃO

Prece inicial: 03´

Incentivo Inicial: escolha sua imagem. O que te lembra isto ? 10´ (até 14h15)
Distribuir algumas imagens contendo pessoas com cara de nojo, raiva, chateação, alegria, amizade, aprovação. Pedir pra cada um escolher a sua e depois contar do que ele lembrou ao escolher a imagem.

Desenvolvimento: Eu só gosto de quem gosta das mesmas coisas que eu; algum problema ? 35´
Parte 1
Dividir a sala em dois grupos onde cada um deles discutirá o tema recebido em 10 minutos e depois terá 5 minutos para expor à sala.
SIMPATIA
ü  Meu amigo e eu somos unha e carne, acho até que é coisa de pele !
ü  Adoro aquela minha amiga, afinal ela sempre me agrada, faz tudo que eu peço, elogia tudo que eu faço, sempre me apoia, parece até que adivinha os meus pensamentos !
ü  Apesar de ele ser um pouco mesquinho, eu gosto dele; tenho certeza que após algum tempo de namoro, ele vai mudar...
ANTIPATIA
ü  Eu não sei te explicar, mas não vou com a cara daquela pessoa, acho até que meu santo não bate com o dele.
ü  Onde eu estava com a cabeça pra fazer amizade com este chato !
ü  O que será que aconteceu pra ela virar a cara pra mim ? Éramos unha e carne !!!

Parte2
Todos juntos, sortear as perguntas baseada no Livro dos Espíritos para fundamentar os mistérios da Antipatia e Simpatia.

1.     Você acha que além de existir uma simpatia pelos mesmos gostos e afinidades, há afeições particulares entre os Espíritos?
2.    Existe aversões entre os Espíritos ?
3.    Como podemos explicar a repulsa instintiva por certas pessoas mesmo sem conhece-las ?
4.    Você acha que a antipatia instintiva é sempre um sinal de natureza má?
5.    Será que aqueles que fizemos mal após desencarne vão nos perseguir, guardar rancor ?
6.    Você acha que os sentimentos que uniram dois Espíritos encarnados poderão permanecer após desencarnarem ?
7.    Você acredita que exista uma “METADE” para cada espírito simpático se encontrar ? Por que ?
8.    Você acha que a simpatia vem sempre de um conhecimento anterior ? Explique
9.    Como podemos explicar os  encontros que chamamos acontecer ao acaso ?

Fixação: Qual remédio posso tomar periodicamente pra evitar momentos de antipatia ? – 10´
Estimulá-los a pensar nos sentimentos que poderiam curar a discórdia que vivenciamos diariamente:  tolerância, amor, respeito, perdão, compreensão.
Como tomar estas doses ?

Prece Final: dos evangelizandos.


Bibliografia

O Livro dos Espíritos, Capítulo VII  Questões 291 a 303

VII – Relações Simpáticas e Antipáticas dos Espíritos – Metades Eternas

      291. Além da simpatia geral, determinada pelas semelhanças, há afeições particulares entre os Espíritos?
      — Sim, como entre os homens. Mas o liame que une os Espíritos é mais forte na ausência do corpo, porque não está mais exposto às vicissitudes das paixões.
      292. Há aversões entre os Espíritos?
      — Não há aversões senão entre os Espíritos impuros, e são estes que excitam entre vós as inimizades e as dissensões.
      293. Dois seres que foram inimigos na Terra conservarão os seus ressentimentos no mundo dos Espíritos?
      — Não; compreenderão que sua dissensão era estúpida e o motivo, pueril. Apenas os Espíritos imperfeitos conservam uma espécie de animosidade, até que se purifiquem. Se não foi senão um interesse material o que os separou, não pensarão mais nele por pouco desmaterializados que estejam. Se não houver antipatia entre eles, o motivo da dissensão não mais existindo, podem rever-se com prazer.
Comentário de Kardec:  Da mesma maneira que dois escolares, chegando à idade da razão, reconhecem a puerilidade de suas brigas infantis e deixam de se malquerer.
      294. A lembrança das más ações que dois homens cometeram, um contra o outro, é obstáculo à sua simpatia?
      — Sim, ela os leva a se distanciarem.
      295. Que sentimento experimentam, após a morte, aqueles a quem fizemos mal neste mundo?
      — Se são bons, perdoam, de acordo com o vosso arrependimento. Se são maus, podem conservar o ressentimento, e por vezes vos perseguir até numa outra existência. Deus pode permiti-lo, como um castigo.
      296. As afeições dos Espíritos são suscetíveis de alteração?
      — Não, porque eles não podem enganar-se, não usam mais a máscara sob a qual se ocultam os hipócritas, e é por isso que as suas afeições são inalteráveis, quando eles são puros. O amor que os une é para eles fonte de uma suprema felicidade.
      297. A afeição que dois seres mantiveram na Terra prossegue sempre no mundo dos Espíritos?
      — Sim, sem dúvida, se ela se baseia numa verdadeira simpatia: mas se  as causas de ordem física tiverem maior influência que a simpatia, ela cessa com as causas. As afeições, entre os Espíritos, são mais sólidas e mais duráveis que na Terra, porque não estão subordinadas ao capricho dos interesses materiais e do amor-próprio.
       298. As almas que se devem unir estão predestinadas a essa união desde a sua origem, e cada um de nós tem, em alguma parte do Universo, a sua  metade, à qual algum dia se unirá fatalmente?
       — Não; não existe união particular e fatal entre duas almas. A união existe entre os Espíritos, mas em graus diferentes, segundo a ordem que ocupam, ou seja, de acordo com a perfeição que adquiriram: quanto mais perfeitos, tanto mais unidos. Da discórdia nascem todos os males humanos; da concórdia resulta felicidade completa.
      299. Em que sentido se deve entender a palavra metade, de que certos Espíritos se servem para designar os Espíritos simpáticos?
      —A expressão é inexata; se um Espírito fosse a metade de outro, quando  separado estaria incompleto.
      300. Dois Espíritos perfeitamente simpáticos quando reunidos ficarão assim pela eternidade ou podem separar-se e unir-se a outros Espíritos?
      — Todos os Espíritos são unidos entre si. Falo dos que já atingiram a perfeição. Nas esferas inferiores, quando um Espírito se eleva, já não tem a  mesma simpatia pelos que deixou.
      301. Dois Espíritos simpáticos são o complemento um do outro, ou essa  simpatia é o resultado de uma afinidade perfeita?
      — A simpatia que atrai um Espírito para outro é o resultado da perfeita concordância de suas tendências, de seus instintos; se um devesse completar o outro, perderia a sua individualidade.
      302. A afinidade necessária para a simpatia perfeita consiste apenas na semelhança dos pensamentos e sentimentos, ou também na uniformidade dos conhecimentos adquiridos?
      — Na igualdade dos graus de elevação.
      303. Os Espíritos que hoje não são simpáticos podem sê-lo mais tarde?
      — Sim, todos o serão. Assim, o Espírito que está numa determinada esfera inferior, quando se aperfeiçoar, chegará à esfera em que se encontra o outro. Seu encontro se realizará mais prontamente se o Espírito mais elevado, suportando mal as provas a que se submetera, tiver permanecido no mesmo estado.
      303 – a) Dois Espíritos simpáticos podem deixar de sê-lo?
      — Certamente, se um deles é preguiçoso.
 Comentário de Kardec: A teoria das metades eternas é uma imagem que representa a união de dois Espíritos simpáticos. E uma expressão usada até mesmo na linguagem vulgar e que não deve ser tomada ao pé da letra. Os Espíritos que dela se servem não pertencem à ordem mais elevada. A esfera de suas idéias é necessariamente limitada, e exprimiram o seu pensamento pelos termos de que se teriam servido na vida corpórea É necessário rejeitar esta idéia de que dois Espíritos, criados um para o outro  devem um dia fatalmente reunir-se na eternidade, após terem permanecido separados durante um lapso de tempo mais ou menos longo.
        386 Dois seres que se conheceram e se amaram podem encontrar se noutra existência corpórea e se reconhecerem?                
      - Reconhecerem-se, não; mas serem atraídos um pelo outro sim; e freqüentemente as ligações íntimas, fundadas numa afeição sincera, não provem de outra causa. Dois seres se aproximam um do outro por circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que são o resultado da atração de dois Espíritos que se buscam através da multidão.
      386. A) Não seria agradável para eles se reconhecerem?
      - Nem sempre. A recordação das existências passadas teria inconvenientes maiores do que acreditais. Apôs a morte eles se reconhecerão e saberão em que tempo estiveram juntos. (Ver item 392 )
     387 A simpatia tem sempre por motivo um conhecimento anterior ?
     - Não. Dois Espíritos que tenham afinidades se procuram naturalmente sem que se hajam conhecido como encarnados.
      388. Os  encontros que se dão algumas vezes entre certas pessoas, e que se atribuem ao acaso, não seriam o efeito de uma espécie de relações simpáticas?
     - Há, entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis. O magnetismo é a bússola desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor.
       389 De onde vem a repulsa instintiva que se experimenta por certas   pessoas, a primeira vista?
        — Espíritos antipáticos que se percebem e se reconhecem, sem se falarem.
       390. A antipatia instintiva é sempre um sinal de natureza má?
       - Dois Espíritos não são necessariamente maus pelo fato de não serem simpáticos. A antipatia pode originar-se de uma falta de similitude do modo de pensar. Mas, à medida que eles se elevam, os matizes se apagam e a antipatia desaparece.                                   
       391. A antipatia entre duas pessoas nasce em primeiro lugar naquele cujo Espírito é pior ou melhor?
       - Numa e noutra, mas as causas e os efeitos são diferentes. Um Espírito mau sente antipatia por quem quer que o possa julgar e desmascarar; vendo uma pessoa pela primeira vez,  percebe que ela vai desaprová-lo; seu afastamento se transforma então em ódio, inveja e lhe inspira o desejo de fazer o mal. O bom Espírito sente repulsa pelo mau porque sabe que não será compreendido por ele e que ambos não participam dos mesmos sentimentos; mas seguro de sua superioridade, não sente contra o outro nem ódio nem inveja: contenta-se em evitá-lo e lastimá-lo.
Simpatias e antipatias
espirituais
Apresentamos nesta edição o tema no 73 do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, que está sendo aqui apresentado semanalmente, de acordo com programa elaborado pela Federação Espírita Brasileira, estruturado em seis módulos e 147 temas.
Se o leitor utilizar este programa para estudo em grupo, sugerimos que as questões propostas sejam debatidas livremente antes da leitura do texto que a elas se segue.
Se destinado somente a uso por parte do leitor, pedimos que o interessado tente inicialmente responder às questões e só depois leia o texto referido. As respostas correspondentes às questões apresentadas encontram-se no final do texto abaixo.
Questões para debate
1. De que princípio decorre a afeição particular que une duas pessoas?
2. A afeição que une as pessoas na Terra continua a existir no mundo espiritual?
3. É correto afirmar que é da discórdia que nascem os nossos males?
4. A maldade é um estado permanente ou transitório dos homens?
5. Que é que pode quebrar o círculo vicioso do ódio? 
Texto para leitura 

A afeição que une dois seres persiste na vida espiritual 

1. Como seres inteligentes da Criação, os Espíritos cultivam entre si a simpatia geral determinada por suas próprias semelhanças. Além dessa simpatia de caráter geral, há ainda as afeições particulares, tal como se dá entre os homens. 
2. Essa afeição particular decorre do princípio de afinidade, que resulta de uma “perfeita concordância de seus pendores e instintos”. 
3. Assim como há simpatias entre os Espíritos, há também entre eles antipatias, alimentadas pelo ódio, que geram inimizades e dissensões. Esse sentimento só existe, porém, entre os Espíritos impuros, que não conseguiram vencer ainda, em si mesmos, o orgulho e o egoísmo. Como exercem influência junto aos homens, acabam estimulando nestes os desentendimentos e as discórdias, muito comuns na existência humana.  
4. Desde que originada de verdadeira simpatia, a afeição que dois seres se consagram na Terra continua a existir no mundo espiritual.  
Da discórdia é que nascem todos os males humanos 
5. Sabemos que os Espíritos a quem fizemos mal neste mundo poderão perdoar-nos, se já forem bons e de acordo com nosso próprio arrependimento. Se, porém, forem maus, poderão guardar ressentimento e perseguir-nos até mesmo em outras existências.  
6. Como ensinam os Espíritos superiores, é da discórdia que nascem todos os males humanos; da concórdia resulta a completa felicidade. É preciso, pois, que nos esforcemos por viver harmoniosamente com os nossos familiares, colegas e companheiros de trabalho. 
7. Como um dos objetivos da encarnação é o de trabalharmos no sentido de nos melhorarmos interiormente e chegarmos à perfeição espiritual, compreendemos melhor a afirmação de Jesus quando nos disse: “Amai os vossos inimigos”, porquanto só há prejuízo para o Espírito que tenha inimigos por força do mal que haja praticado, uma vez que os inimigos são obstáculos em sua caminhada e essa inimizade gera infelicidade e atraso em seu progresso espiritual. 
Só o amor pode quebrar o círculo vicioso do ódio 
8. Admitindo-se, como ensina o Espiritismo, que a maldade não é um estado permanente dos homens, que ela decorre de uma imperfeição temporária e que, assim como a criança se corrige dos seus defeitos, o homem mau reconhecerá um dia os seus erros e se tornará bom, compreenderemos também que nossa meta maior é superar a maldade que existe em nós e nos outros.  
9. Ora, só a manifestação de amor de nossa parte pode quebrar o círculo vicioso do ódio, que continua a existir, muitas vezes, mesmo depois da morte física. 
10. O período mais propício a esse esforço é, sem dúvida, quando estamos juntos dos nossos inimigos, convivendo com eles, na condição de encarnados ou desencarnados, pois é quando temos as melhores oportunidades de testemunhar nossos propósito de cultivar a concórdia para com todos e, dessa forma, substituir os laços de ódio que nos ligam pelos laços de amor que passarão a nos unir.
Respostas às questões propostas
1. De que princípio decorre a afeição particular que une duas pessoas? R.: Os Espíritos cultivam entre si a simpatia geral determinada por suas próprias semelhanças, mas há, além dessa simpatia de caráter geral, as afeições particulares, tal como se dá entre os homens. Essa afeição particular decorre do princípio de afinidade, que resulta de uma perfeita concordância de seus pendores e instintos. 
2. A afeição que une as pessoas na Terra continua a existir no mundo espiritual? R.: Sim. Desde que originada de verdadeira simpatia, a afeição que dois seres se consagram na Terra continua a existir no mundo espiritual.  
3. É correto afirmar que é da discórdia que nascem os nossos males? R.: Segundo o Espiritismo, é da discórdia que nascem todos os males humanos, e da concórdia resulta a completa felicidade. É preciso, pois, que nos esforcemos por viver harmoniosamente com os nossos familiares, colegas e companheiros de trabalho. 
4. A maldade é um estado permanente ou transitório dos homens? R.: A maldade não é um estado permanente dos homens. Ela decorre de uma imperfeição temporária. Assim como a criança se corrige dos seus defeitos, o homem mau reconhecerá um dia os seus erros e se tornará um indivíduo melhor. 
5. Que é que pode quebrar o círculo vicioso do ódio? R.: Só a manifestação de amor de nossa parte pode quebrar o círculo vicioso do ódio, e o período mais propício a esse esforço é, sem dúvida, quando estamos juntos dos nossos inimigos, convivendo com eles, na condição de encarnados ou desencarnados, pois é quando temos as melhores oportunidades de testemunhar nossos propósito de cultivar a concórdia para com todos e, dessa forma, substituir os laços de ódio que nos ligam pelos laços de amor que passarão a nos unir.
 O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, itens 298 e 301.    
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, capítulo 12, itens 5 e 6.

 

EMPATIA, ANTIPATIA, SIMPATIA E APATIA

http://bezerrademenezescanela.blogspot.com.br/2011/01/empatia-antipatia-simpatia-e-apatia.html

 

Os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca aos saduceus, reuniram-se; e um deles, que era doutor da lei, para o tentar, propôs-lhe esta questão: – “Mestre, qual o mandamento maior da lei?” – Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito; este o maior e o primeiro mandamento. E aqui tendes o segundo, semelhante a esse: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo. – Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos.” (S. MATEUS, 22: 34 a 40.)


O Capítulo XI do Evangelho segundo o Espiritismo se intitula: “Amar o próximo como a si mesmo” e nos traz uma análise profunda deste ensinamento que o Mestre nos trouxe. Ao refletirmos mais profundamente sobre o assunto, chegamos à conclusão óbvia de que o pré-requisito para que consigamos fazer ao próximo aquilo que desejaríamos para nós mesmos, é exercitar primeiramente a empatia. A palavra empatia é derivada do grego “empatheia”, que significa afeto ou paixão, ou ainda “entrar no sentimento”, ou melhor, se colocar no lugar do outro procurando entender os seu sentimentos e desejos.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista - em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém. Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão torna-se mais fácil de ser alcançada, e nossos corações sentem-se mais aptos a perdoar, temos a oportunidade de acalmar a raiva, e de evitar a vingança. Desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo e expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento. 
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura. A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho. Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos; e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros. 
“Fazei aos homens tudo o que deseja que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas”. 
O médico das almas, Jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas, vidas e nesta máxima revolucionária e ao mesmo tempo simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos. 
As verdades estão conosco. Agora é tempo de instituí-las em nossos dias. 

Baseado no capítulo XI do Evangelho segundo o Espiritismo e no livro Prazeres de Alma de Hammed, na psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto.


Vídeos assistidos:

Antipatia: http://www.youtube.com/watch?v=lVtu_5hyhNo

Questões do Livro dos Espíritos: http://www.youtube.com/watch?v=lrZ1_-B7DgM

Palestra de Simpatia e Antipatia por Graça Maciel http://www.youtube.com/watch?v=Zgqkvw4SpJw
Palestra de Simpatia e Antipatia por Wania Flintz  http://www.youtube.com/watch?v=j5X3GjCfdqA

Prof. Wilma

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