Aula aplicada em 29/mar/2008
Nível: Jardim (3 a 5 anos)
1) Prece Inicial
2) Incentivação
Na sala fixar gravuras diferentes de biscoitos e brincadeiras. Perguntar qual eles mais gostam. Formar grupos. Questionar se na escola eles também tem grupos ou amigos com idéias iguais. Por que formamos estes grupos??? AFINIDADE
3) História
Um dia fantástico
Era uma vez, em um reino muito, muito distante uns amigos bem diferentes? (Quem eram os amigos?) – FIXÁ-LOS NO ISOPOR.
Eles iam todos os dias à escola. E lá eles faziam... (O que será que eles faziam?)
Eles estudavam as cores, as formas, os números, as letras.
Todos os dias, eles se sentavam em pequenos grupos:
- Florzinha e a Docinho
- Shrek, o Nemo e o Clifford
- Homem aranha e o lobo mau
Todos os dias eles tinham um tempo livre para brincar. (Do que brincavam?)
A florzinha e a docinho adoravam brincar com massinha. O Shrek, o Nemo e o Clifford sempre se divertiam no parquinho. Já o homem aranha e o lobo mau, subiam na mesa, se penduravam na janela, empurravam os coleguinhas na fila...
Certo dia, dois novos alunos entraram para a turma: a Hello Kity e a Bruxa.
Os amiguinhos adoraram a chegada dessas novas amigas. E sem querer, a Hello Kitty se sentou junto com a Florzinha e a Docinho. Já a Bruxa se sentou junto com o homem aranha e o lobo mau.
Os dias se passaram e a professora percebeu que os amiguinhos tinham afinidades, eram semelhantes. A Hello Kitty também gostava de massinha, assim como a Florzinha e a Docinho.
A Bruxa também gostava de bagunçar, igual o homem aranha e o lobo mau.
E assim eles viveram por muitos e muitos anos.
Como será que escolhemos o grupo? O nosso espírito percebe que temos algo em comum com um amiguinho antes de nós percebermos. Então nos aproximamos e ficamos amigos. Ou quando nossas idéias são diferentes, nós não nos aproximamos.
Após a história, dialogar.
4) Fixação
A fixação desta aula foi em formato de jogo de tabuleiro. Por ter sido a última do mês, foram incluídas perguntas para uma reciclagem do mês todo.
Fixação – Jogo de tabuleiro – 02 equipes – revisão do mês
1 Quem criou os espíritos? 2 Você é um espírito? 3 O que é perispírito? Para que serve? 4 O que é reencarnação?
5 Quem é o anjo da guarda? 6 O que acontece com meu espírito se fizer coisas boas? 7 O que acontece com meu espírito se fizer coisas ruins? 8 Você pode cuidar do seu espírito? Como? 9 Quando desencarnamos, com quantos corpinhos ficamos? 10 Quantos corpos você tem? 11 Para onde vamos ao desencarnar? 12 O que fazemos no plano espiritual? 13 Reencarnamos uma vez só? 14 Podemos reencarnar no mesmo corpo físico? 15 O que comemoramos na Páscoa? 16 Por que comemos ovos de chocolate na Páscoa?
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domingo, 25 de janeiro de 2015
Aula - Corpo, Espírito e Perispírito
Aula aplicada em 08/mar/2008
Nível: Jardim (3 a 5 anos)
1) Prece Inicial
Após a prece, brevemente recapitular o contrato pedagógico.
2) Incentivação
Usar bexigas. Mostrá-las vazias. Depois, enchê-las. Perguntar o que há dentro. Provavelmente os alunos dirão ar. Questionar se conseguem ver. Relacionar a bexiga com nosso corpo. Como se fôssemos a bexiga - podemos ver e tocar. O ar é como nosso espírito. Não conseguimos ver nem tocar. Podemos senti-lo.
3) História
Nível: Jardim (3 a 5 anos)
1) Prece Inicial
Após a prece, brevemente recapitular o contrato pedagógico.
2) Incentivação
Usar bexigas. Mostrá-las vazias. Depois, enchê-las. Perguntar o que há dentro. Provavelmente os alunos dirão ar. Questionar se conseguem ver. Relacionar a bexiga com nosso corpo. Como se fôssemos a bexiga - podemos ver e tocar. O ar é como nosso espírito. Não conseguimos ver nem tocar. Podemos senti-lo.
3) História
Dona Galinha Cocoricó
Dona Galinha Cocoricó ouviu seu pintinho
perguntar:
- Manhêêê... Quem nasceu primeiro – o ovo
ou a galinha?
- Ora, ora pintinho. Me responda você:
quem fez o ovo, a galinha, o gato, o cão, a flor e as criancinhas?
Pintinho nunca havia pensado nisso.
Certamente alguém muito poderoso. Mas quem? Vocês já imaginaram? (PAUSA)
- Deus. Ele é o início de todas as
coisas. Fez tudo o que existe, desde o sol e o universo até os bichinhos do
jardim. Ele utilizou uma energia sem fim.
(COMO SE CHAMA ESSA ENERGIA?)
- Espírito. É ele que nos faz viver.
Pintinho olhou suas peninhas amarelinhas
e disse:
- Isso é meu Espírito? Apontando para
suas peninhas.
- Não isso é o seu corpinho. Ele é a sua
CASCA. Ele te protege e te leva a todos os lugares, até o fim de sua missão.
- Então eu sou igual ao OVO, tenho uma
CASCA. E o meu espírito é a GEMA? E eu também tenho CLARA?
- Calma, calma, seu falante! É mais ou
menos assim. Deus te deu uma casca que é seu corpo. Te deu uma clara também que
é seu PERISPÍRITO. (ALGUÉM SABE O QUE É ISSO?)
Ele liga o seu pensamento (Espírito) ao seu
coração (Corpo). O perispírito registra suas emoções e suas ações. Tem o mesmo
formato que você. Só que não podemos ver porque é transparente como a clara.
MÃE - E a geme? É o começo da vida? Sabe
o que ela representa?
- Já sei. É igual ao meu espírito. Dá a
vida. A vida nunca acaba. A casca quebra e o resto está em transformação.
Quando a casca se quebrar, a vida vai continuar. E cada vez melhor vamos ficar.
- Muito bem Pintinho. Você aprendeu a
lição. O que você entendeu?
O Pintinho gritou feliz:
- Agora é a minha vez. Eu não sou um. Sou
três.
OBS: usar ovo cru ou cozido para demonstrar
4) Fixação
Levar imagem de um menino e uma menina impressos em papel sulfite. Representá-los em papel vegetal. Entregar para cada evangelizando um bloquinho com 3. Eles podem colorir os corpinhos e colar estrelinhas no espírito.
Marcadores:
Corpo,
espírito,
ligação,
pensamento,
perispírito
Aula - Direitos e Deveres: limites individuais e sociais
Aula aplicada em 16/fev/2008
Nivel: Jardim (3 a 5 anos)
1) Prece Inicial
2) Incentivação
Mostrar aos alunos um contrato. Deixá-los tocar. Questioná-los: já viram antes? sabem o que é? sabem para o que serve?
3) História
Relacionar as leis de trânsito com as regras estabelecidas na escola. Demonstrar que a Evangelização também é uma escola e para tanto, precisa de regras.
4) Exploração
Escrever todos dos direitos e deveres em conjunto com os alunos. Atentar-se a adequação da linguagem. Evitar as regras que se iniciem com NÃO.
Ao término, todos devem assinar o contrato pedagógico.
5) Encerramento
Em roda cantar a música Dê um Sorriso.
| Dê um sorriso só, |
| Sorriso aberto, |
| Sorriso certo cheio de amor. |
| Dê um sorriso só, sorriso aberto |
| Sorriso certo cheio de amor. |
| Quem tem Jesus, gosta de cantar. |
| Está sempre sorrindo, |
| mesmo quando não dá. |
| Tropeça aqui ô, ô, cai acolá, |
| cai de novo, levanta |
| e continua a cantar, |
| cai, de novo, levanta |
| E continua a cantar. |
Marcadores:
combinados,
contrato pedagógico,
deveres,
direitos,
leis,
regras
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Aula - Objetivo da Encarnação
Aula aplicada em 8/Set/2007
Nível: Jardim (3 a 5 anos)
Nível: Jardim (3 a 5 anos)
1) Prece
Inicial
2)
Incentivação
Riscar no chão uma linha sinuosa. Formar a fila das crianças e entregar à primeira uma colher e uma bolinha de isopor. Pedir para que ela caminhe rapidamente sobre a linha traçada equilibrando a bolinha na colher, sem deixar cair.
Quem conseguir caminhar sem deixar a bolinha cair, termina a atividade. Aquele que deixar a bolinha cair no chão, tem nova oportunidade de recomeçar (no início da linha), mas com um grau de dificuldade maior: deverá segurar a colher com o um dos braços esticados. (Aproveitar pra criar aquele suspense: vocês acham que ele merece uma nova chance?)
Terminada a atividade perguntar as crianças:
Como foi chegar ao final da linha sinuosa?
Você ficou feliz quando teve uma nova oportunidade de recomeçar?
Seria mais fácil se tivesse prestado maior atenção na primeira vez para não deixar cair a bolinha no chão?
3) Narrar a
história – A nova Chance
Ritinha era a filha única de um casal bondoso
e trabalhador. Desde criança, demonstrou que era cheia de vontade. Não lhe
faltaram os conselhos, nem o carinho dos pais. Entretanto, a menina rebelde,
desprezava-os, respondia mal e nunca se interessava em cumprir seus
deveres escolares.
O
tempo passava e Ritinha continuava a não aproveitar as oportunidades que seus
pais ofereciam. Jovem ainda, adoeceu e desencarnou.
Ao
despertar no mundo espiritual, se arrependeu e percebeu que perdeu uma
grande oportunidade. Ritinha sofreu muito. As respostas mal criadas que havia
dado a seus pais ecoavam sem descanso em sua mente e sentia-as como verdadeiras
flechadas no coração. Todos os momentos eram de angústia.
Um
dia suplicou ao seu Espírito Protetor para que lhe fosse dada uma nova
chance, reencarnando novamente, isto é, nascendo outra vez e crescendo para
tornar-se uma boa menina.
Ritinha
conseguiu a nova chance, porém, não mais nas condições anteriores. Reencarnaria
em outro lar, ficando órfã, ainda menina e cedo teria de trabalhar para pagar
seus estudos. Vencendo essas dificuldades, ela teria um grande progresso
espiritual.
Ritinha
agradeceu comovida a nova chance, compreendendo a importância das lutas que
teria de enfrentar.
Alguns
meses depois, renascia Ritinha, em novo corpo, em outro lar.
Será
que aproveitará bem a nova chance?
De
que dependerá a vitória ou o fracasso?
Comentar sobre a
história "A Nova Chance", em que Ritinha teve nova chance de aprender as
lições ignoradas para ser feliz e que quando se perde esta oportunidade as
dificuldades aumentam. A reencarnação é uma dádiva de Deus e quando nos
esforçamos para seguir o caminho do bem, estamos buscando nossa própria
felicidade.
Por que reencarnar? Para corrigir os
erros, aprender a ser bom, amoroso, amigo.
Reencarnamos para evoluir, para aprender.
4)
Fixação – brincadeira
Jogo de tabuleiro. Jogo das virtudes. Os alunos são divididos em duas equipes. Devem percorrer o caminho com o objetivo de atingir o final.
Ao girar o ponteiro terão o direito de andar X casinhas. Caso retirem um cartão com virtude, poderão andar mais uma casa. Caso retirem um cartão com má tendência, eles deverão permanecer na mesma casa.
Aula Lei Natural
AULA APLICADA EM - 2007
NÍVEL - Jardim (3 a 5 anos)
1) Prece Inicial
2) Incentivação
Sobre uma cidade fictícia os alunos simularão diversas
situações:
- Manipulando carrinhos vão circular pela cidade prestando
atenção a sinalização de trânsito;
- Manipulando bonecos atravessarão ruas na faixa de
pedestre ou não;
- Ajudarão ou não deficientes a se locomoverem;
- Mostrar o sol – que coisas boas ele nos traz?
Lei Divina x Lei do Homem
Se eu passar no sinal vermelho está errado? Quem criou esta
lei?
Se eu ajudar uma pessoa, eu fico feliz? Quem criou esta
lei?
Onde posso encontrar a Lei do Homem? Nos livros
Onde posso encontrar a Lei de Deus? No pensamento, no sentimento.
3) História – O caminho do Bem
André voltava da escola, quando
de repente, viu um gatinho que miava muito alto, como se estivesse chorando.
Ele tinha a patinha machucada, não conseguia andar direito e com certeza estava
há muito tempo sem comer, pois dava para ver os ossos aparecendo sob seu pelo
branquinho.
Ele se comoveu com a situação,
com muito cuidado, pegou-o no colo e o levou para sua casa. Sua mãe, D. Simone
olhou para o gatinho e disse:
- Pobrezinho! Vamos André traga-o
até aqui, vamos cuidar de sua patinha. Depois de fazer o curativo, D. Simone
lhe deu um pires de leite que foi devorado em um minuto.
- Nossa! Ele estava com fome, não
é mamãe?
- Sim meu filho. Ele é muito
pequeno para arranjar comida sozinho; se você não o tivesse encontrado, ele
poderia ter morrido!
O menino olhou para aquele
bichinho tão pequeno e tão lindo, com muito carinho ele o aninhou em seus
braços.
- Sabe mamãe, eu me sinto feliz
em ter ajudado o gatinho!
- Eu sei meu filho! Sempre que
praticamos o bem nós nos tornamos pessoas melhores e nos aproximamos de Deus; por isso, ficamos felizes! Fomos
criados para fazer o bem, mas quando as vezes fazemos algo errado, nós nos
sentimos tristes, pois não cumprimos as Leis de Divinas. Estas leis dizem que
devemos ser bons, tratar a todos com amor e bondade.
- Sabe de uma coisa mamãe; é tão
gostoso fazer o bem! Com seus olhinhos brilhantes pediu:
- Posso dar um nome para ele!
- Claro! Que nome você escolheu?
- Branquinho! Vou chamá-lo de
Branquinho!
Aos poucos, Branquinho foi se
recuperando e André ganhou um companheiro fiel e amoroso.
4) Fixação
Os evangelizandos recebem uma folha com diversas imagens - crianças brigando, pessoas demonstrando falta de respeito, uma família colaborando nas atividades do lar e amigos compartilhando comida. Deverão pintar as imagens que representam o homem cumprindo as Leis Divinas.
Marcadores:
Lei Divina ou Natural; Lei do Homem; Jardim
terça-feira, 10 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
Aula - Evangelho no Lar
Aula aplicada em 31/05/2008
NÍVEL - Jardim (3 a 6 anos)
3 ) História – A
borboleta Bilú (link no Blog)
NÍVEL - Jardim (3 a 6 anos)
1) Prece Inicial
2) Incentivação inicial – mostrar as fotografias de evangelho
no lar
Quem faz o Evangelho
no Lar? Explorar o tema, permitindo que os evangelizandos compartilhem suas experiências
4) Após a história,
fazer breves perguntas.
É preciso marcar dia e hora
certa para realizar o Evangelho no Lar?
Sim, a fim de que os bons
espíritos possam vir nos auxiliar (eles também têm compromissos e respeitam os
horários).
Por que realizar o Evangelho
no Lar? Traz proteção para o nosso lar e as pessoas que ali estão. Assim
como colocamos sistemas de alarmes, grades, cerca elétrica para nos protegermos
de irmãos infelizes, o Evangelho no Lar é a proteção espiritual de nossa casa,
pois com o tempo e a evangelização de seus membros, só espíritos convidados
pelos espíritos guardiões da casa entrarão em nosso lar e será com o objetivo
de aprenderem o Evangelho e modificarem suas atitudes para melhor.
Como iniciamos o Evangelho no
Lar? Com uma prece simples e espontânea, a fim de nos harmonizarmos.
Que livros usam? Podemos
usar o Evangelho Segundo o Espiritismo, ou um outro livro que tenha mensagens
edificantes à luz do Evangelho de Jesus. Quando há crianças participando,
deve-se usar histórias infantis que edifiquem, a fim de que elas possam
entender a mensagem. Após a leitura fazer comentários a respeito do que foi
lido. Na seqüência fazer as vibrações.
Como encerramos o Evangelho no
Lar? Com uma prece simples e espontânea.
5) Realizar o
evangelho com as crianças
Capítulo 13 – Que a
mão esquerda não saiba o que a direita faz
6) Fixação
Eles deverão
desenhar a família fazendo o evangelho no lar.
Aula Bem-Aventurados os Misericordiosos
NÍVEL - Jardim (3 a 6 anos)
1) Prece Inicial
2) Incentivação
Fazer uma brincadeira
(técnica) para que os evangelizandos percebam o que acontece quando guardamos
mágoas, ressentimentos, quando não nos perdoamos por algo que fizemos de
errado.
- Começar explicando aos evangelizandos que alguém
atirou uma pedra neles e cada evangelizando resolveu ficar com a pedra
para devolvê-la quando a pessoa aparecer. Só que essa pedra não pode ser
largada nunca. Assim, todas as atividades que eles realizarem devem estar
carregando a pedra em uma das mãos.
- O evangelizador deve levar pedras de acordo com o
número de evangelizandos (não muito grande e nem muito pequenas) e
distribuir uma pedra para cada criança.
- Com uma das mãos sempre segurando a pedra, realizar
as seguintes atividades: bater palmas, fazer um círculo de mãos dadas,
fazer de conta que estão tomando banho (pedra não é sabonete), jogar
videogame, passar a bola sem largar a pedra.
Mesmo que
alguns digam que acharam fácil, deve ser ressaltada a dificuldade.
3) Perguntação
E se guardaram a pedra para
devolver a pessoa que atirou e ela nunca mais apareceu? Adiantou guardar a
pedra? Solicitar que as crianças imaginem que o que eles seguraram não foi uma
pedra, mas uma ofensa, uma mágoa que não foi perdoada.
4) História – A FAMÍLIA DE
TICO-TICOS
Era uma vez uma família de
tico-ticos: o Papai, a Mamãe e os três filhinhos tico-ticos.
Um dia, o Papai tico-tico chegou
com uma triste notícia para a família.
- Soube, no bosque – disse ele –
que terão que derrubar a nossa árvore para abrirem uma estrada bem larga.
- Assim sendo – disse Mamãe
tico-tico – temos de nos mudar imediatamente.
Logo, todos começaram a arrumar
suas coisas: Papai juntou as palhas do ninho, Mamãe os grãozinhos, e os
filhinhos, de um lado para outro, também ajudavam a família.
No dia seguinte, de manhãzinha, a
família partiu a procura de outro lugar onde pudesse fazer um novo ninho. E
procuraram, procuraram, procuraram. Percorreram todo o bosque, olharam em cima
de todas as árvores, mas nada! Nenhuma arvorezinha sequer! Tudo ocupado!
Já cansados de tanto procurar,
viram, num cantinho afastado, na parte mais escura do bosque, um tronco
abandonado. Papai foi na frente e a Mamãe com os filhinhos vieram atrás,
curiosos para olhar o local. Quando se aproximaram, chegaram bem pertinho e
viram uma aranha tecendo suas teias.
- Como está Dona Aranha? –
Perguntou o papai tico-tico.
- Bem, obrigada, desejam alguma
coisa? Indagou ela, meio desconfiada.
- Sim – respondeu Mamãe – estamos
procurando uma árvore onde fazer nosso ninho. Meu marido soube, no bosque... (
e começou a contar o porquê da procura de um outro lugar).
Enquanto isso Papai tico-tico e
os pequenos voavam em volta do tronco, piando, piando.
- Como ficaria bom nosso ninho
aqui, que bom se pudéssemos fazê-lo bem aqui neste lugar.
- Será que a senhora, dona
Aranha, se importaria se fizéssemos a nossa casa aqui? – perguntaram todos. –
Seria tão bom – acrescentaram.
- Vocês me desculpem, mas eu não
gosto de tico-ticos: eles fazem muito
barulho quando dormem; eles piam muito.
- Mas, dona Aranha – disse Mamãe
tico-tico – este é o único lugar que encontramos depois de muito procurar.
Deixe-nos ficar, dona Aranha, eu sei que a senhora não é má. Prometemos que não
vamos atrapalhá-la, nem sequer tocar num só fio de sua teia. Deixe-nos ficar
aqui, por favor!
- Não! Decididamente não! Eu não
quero ninguém perto de mim. Quero ficar sozinha! Arranjem outro lugar porque
aqui não é possível! – concluiu ela.
E outra vez saiu a família de
tico-ticos à procura de um lugar onde pudesse morar.
Dias e dias se passaram quando,
já cansados e quase desanimados, viram, perto de um riacho, uma árvore muito
alta: um eucalipto. Eles foram se aproximando, se aproximando, deram volta em
torno dela, piando, piando, e, contentes, exclamaram:
- Que ótimo! Aqui ainda não mora
ninguém: podemos fazer nosso ninho. Que bom!
E, finalmente, a família de
tico-ticos pode fazer seu ninho. E que lindo ninho foi feito no topo do
eucalipto!
Muito tempo se passou. Um dia,
Mamãe e Papai se ocupavam de seus afazeres e os pequeninos estavam brincando,
aproximou-se deles, cansada e machucada, dona Aranha, a mesma dona Aranha que
um dia eles tinham encontrado no bosque.
- Oh! Meus passarinhos – disse,
chorando, dona Aranha. – Agora sou eu que fiquei sem casa. O tronco onde estava
minha teia foi arrancado do bosque e atirado ao rio. Quase me afogo nas águas.
Com grande sacrifício consegui salvar-me. E agora fiquei sem casa. Que será de
mim?
- Não precisa se preocupar, dona
Aranha. Venha morar conosco. A senhora pode tecer sua teia ao lado do nosso
ninho.
E assim, dona Aranha,
envergonhada por ter sido tão ruim com seus amiguinhos, chorou arrependida,
pedindo mil desculpas, agradecendo por ter sido perdoada.
5) Roda de conversa
Será que uma mágoa, uma
ofensa atrapalha a vida de quem a carrega? Sim. Será um peso, como a pedra.
Machuca como a pedra, impede quem a carrega de fazer uma porção de coisas boas.
Como perdoar? Esquecendo a
ofensa. Não ficar lembrando, não ficar contando o que aconteceu para todas as
pessoas que encontrar, não desejar o mal. Se relembramos, sofremos de novo.
Perdoar com o coração.
Quando perdoar? Sempre.
Lembrar da passagem em que
Pedro se aproxima de Jesus e lhe pergunta: Senhor, quantas
vezes perdoarei ao meu irmão quando pecar contra mim? Será até sete vezes?
Jesus lhe respondeu: Não vos digo que apenas sete vezes e sim setenta vezes
sete vezes (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. X, item 1 a 4).
O que Jesus quis dizer com
essas palavras? Que não há limites para o perdão. Jesus nos ensina a
perdoar sempre.
O que acontece quando não
perdoamos? Fica um peso em nosso coração, causando tristezas, nos impedindo
de fazer muitas coisas boas. É como se carregássemos uma pedra na mão sempre. É
como se um veneninho fosse aos poucos entrando no nosso corpo, podendo nos
causar doenças.
Lembrar da oração do Pai Nosso, a
passagem em que diz: Perdoa as nossas faltas e imperfeições, dá-nos o
sublime sentimento do perdão para com aqueles que nos tem ofendido. Lembrar
que devemos agir com os outros da mesma maneira que queremos que os outros nos
tratem.
Se erramos e nos arrependemos de
verdade, devemos pedir perdão. Se o ofendido não nos perdoar, não é nossa
responsabilidade, pois fizemos a nossa parte quando pedimos perdão com
sinceridade.
A quem perdoar? A todas as
pessoas e quantas vezes for necessário. Devemos nos perdoar também
(auto-perdão), pois todos nós erramos.
O que acontece com a gente
quando perdoamos alguém? Emitimos bons sentimentos. Tiramos um peso das
costas (a pedra), sentimos um alívio, inclusive nossa saúde melhora.
6) Repetir a atividade inicial
sem as pedras OU jogar batalha naval com a dona aranha e o tico-tico OU eles
fazem um desenho deles após terem perdoado alguém e ao redor do desenho colamos
sentimentos coloridos (AMOR, PERDÃO, FÉ, CARINHO, PAZ, COMPREENSÃO, ALEGRIA,
RESPEITO, BONDADE. O evangelizando poderá escrever outros exemplos como: SAÚDE,
AMIZADE).
7) Prece Final
Emancipação da Alma - Experiência
Levei
para aula uma bacia e enchi de água (dessa de roupa de molho ou de amassar
pão).
Levei diversas bexigas e um pacote de feijão.
Pedi
para os alunos encherem a bexiga e colocar dentro dela, o tanto de feijão de
quisessem. Essa foi a parte mais divertida.
Em seguida, pedi para que eles colocassem a sua bexiga na bacia, um a um, que
observassem o quanto elas
afundavam e depois que retirassem da água para o próximo aluno fazer o mesmo.
Eles perceberam que as que continham mais feijão, afundavam, e as mais vazias ou sem feijão (essa eu que
fiz, ninguém deixou sem feijão), flutuou
melhor.
Partindo
desse princípio, trabalhei o quanto a matéria impede o deslocamento da água,
que o mesmo acontece com as
pessoas apegadas a matéria, que a mesma tinha dificuldades em se emancipar.
Gente, use a sua criatividade que a partir
dessa experiência teremos muito o falar.
(enviado por Adriana -
participante sala evangelize CVDEE)
História para trabalhar orgulho
A FLORZINHA COR DE ROSA
Na frente de uma velha casinha era para existir um jardim maravilhoso, mas havia apenas terra, e essa era tão seca que não se via nem minhocas ou formigas passeando por lá.
Certo dia o céu escureceu e veio uma chuva muito forte molhando toda a terra, que logo começou a brotar. Em poucos dias o jardim estava encantador, c om um perfume suave das flores diversas que nasceram, somente um botãozinho ainda não estava aberto.
O jardim ficou todo cercado de joaninhas, borboletas, beija- flores, minhocas, aranhas, formigas e besouros.
Mas entre as flores que nasceram havia uma que era muito vaidosa, orgulhosa....olhava para as outras flores e dizia:
_ Eu sou a flor mais bonita deste jardim! Vocês comparadas a mim são horrorosas heheheh.
_ Olha só para a florzinha amarela....é igualzinha o sol!! A Flor azul é igual às nuvens e a marrom igual a
terra....que horror!! T odas vocês são iguais a alguma coisa.
Sou maravilhosa porque sou única.... sou cor de rosa!!! Não tem nada parecido comigo....sou uma atração... todos que aparecem no jardim olham para mim elogiando.
E assim falava a nossa florzinha, toda orgulhosa, penteando suas pétalas.
Certo dia ouviu- se uma gritaria de crianças:
_ Corram.....pega.....ela esta indo para o jardim!!!!
E de repente....uma TRAGÉDIA aconteceu !!!!!
A florzinha cor de rosa foi atingida em cheio por uma bola e desmaiou!!
T odas as outras flores foram acudi- la, será que esta viva?!
Felizmente estava, foi abrindo os olhos lentamente, e quando ficou de pé todas as flores arregalaram os olhos e começaram a gargalhar!!
_ HaHaHaHaHaHaHaHaHaHaHA!!!
_ HiHiHiHiHiHiHiHiHiHiHiHiHiHi!!!
_ HeHeHeHeHeHeHeHeHeHeHeH!!!
T odas riam sem parar!!! Mas o que será que aconteceu?!
É que a flor cor de rosa perdeu a metade de suas pétalas, estava HORROROSA!!
Coitada da florzinha....todos que ali passavam falavam:
_ Que espécie de flor é aquela? Que coisa mais feia!!!
A minhoca estava se contorcendo de tanto rir, a borboleta não conseguia voar de tanto que gargalhava,
a aranha tropicava nas pernas toda vez que olhava para flor despetalada.
Coitadinha....
Dois dias se passaram e todas as pétalas c airam, ficou carequinha...ela c horava tanto...tanto.....
Então numa noite a florzinha percebeu que foi muito feio o que ela havia feito, ficava sempre rindo das outras
flores, e na verdade todas eram bonitas... c ada uma tinha a sua beleza.....mas agora, ela era a única feia no
jardim... e pensou....
_ Nunca mais vou falar mal de ninguém...estou muito sentida com a minha atitude.
Deus percebeu o arrependimento sincero dela, e decidiu lhe dar uma nova chance....
Ao amanhecer as flores começaram a se abrir, esticavam as folhinhas para cima se espreguiçando quando de repente todas arregalaram os olhos! !
A florzinha cor de rosa estava com pétalas novamente!! só que não eram cor de rosa...era uma azul, uma
amarela, uma marrom, outra azul outra amarela e outra marrom...
Tornou- se uma flor colorida!
E para surpresa de todos, uma florzinha que ainda era um brotinho começou a se abrir na frente de todos...e
quem diria era toda cor de rosa!!
Ela olhou para todas as flores que estava a sua volta e disse:
_ NOSSA!!! Que jardim legal...quantas flores bonitas!
_ Mas eu sou mais bonita que vocês, porque sou a única cor de rosa que tem aqui.
Ao ouvir isso, a florzinha colorida chegou bem pertinho dela e disse:
_ Venha cá, você ainda é muito novinha e tem que aprender algumas coisas, vou lhe contar uma história de uma florzinha cor de rosa que morou aqui......
( Regina Amélia de Oliveira - Ao repassar, respeite a autoria)
Na frente de uma velha casinha era para existir um jardim maravilhoso, mas havia apenas terra, e essa era tão seca que não se via nem minhocas ou formigas passeando por lá.
Certo dia o céu escureceu e veio uma chuva muito forte molhando toda a terra, que logo começou a brotar. Em poucos dias o jardim estava encantador, c om um perfume suave das flores diversas que nasceram, somente um botãozinho ainda não estava aberto.
O jardim ficou todo cercado de joaninhas, borboletas, beija- flores, minhocas, aranhas, formigas e besouros.
Mas entre as flores que nasceram havia uma que era muito vaidosa, orgulhosa....olhava para as outras flores e dizia:
_ Eu sou a flor mais bonita deste jardim! Vocês comparadas a mim são horrorosas heheheh.
_ Olha só para a florzinha amarela....é igualzinha o sol!! A Flor azul é igual às nuvens e a marrom igual a
terra....que horror!! T odas vocês são iguais a alguma coisa.
Sou maravilhosa porque sou única.... sou cor de rosa!!! Não tem nada parecido comigo....sou uma atração... todos que aparecem no jardim olham para mim elogiando.
E assim falava a nossa florzinha, toda orgulhosa, penteando suas pétalas.
Certo dia ouviu- se uma gritaria de crianças:
_ Corram.....pega.....ela esta indo para o jardim!!!!
E de repente....uma TRAGÉDIA aconteceu !!!!!
A florzinha cor de rosa foi atingida em cheio por uma bola e desmaiou!!
T odas as outras flores foram acudi- la, será que esta viva?!
Felizmente estava, foi abrindo os olhos lentamente, e quando ficou de pé todas as flores arregalaram os olhos e começaram a gargalhar!!
_ HaHaHaHaHaHaHaHaHaHaHA!!!
_ HiHiHiHiHiHiHiHiHiHiHiHiHiHi!!!
_ HeHeHeHeHeHeHeHeHeHeHeH!!!
T odas riam sem parar!!! Mas o que será que aconteceu?!
É que a flor cor de rosa perdeu a metade de suas pétalas, estava HORROROSA!!
Coitada da florzinha....todos que ali passavam falavam:
_ Que espécie de flor é aquela? Que coisa mais feia!!!
A minhoca estava se contorcendo de tanto rir, a borboleta não conseguia voar de tanto que gargalhava,
a aranha tropicava nas pernas toda vez que olhava para flor despetalada.
Coitadinha....
Dois dias se passaram e todas as pétalas c airam, ficou carequinha...ela c horava tanto...tanto.....
Então numa noite a florzinha percebeu que foi muito feio o que ela havia feito, ficava sempre rindo das outras
flores, e na verdade todas eram bonitas... c ada uma tinha a sua beleza.....mas agora, ela era a única feia no
jardim... e pensou....
_ Nunca mais vou falar mal de ninguém...estou muito sentida com a minha atitude.
Deus percebeu o arrependimento sincero dela, e decidiu lhe dar uma nova chance....
Ao amanhecer as flores começaram a se abrir, esticavam as folhinhas para cima se espreguiçando quando de repente todas arregalaram os olhos! !
A florzinha cor de rosa estava com pétalas novamente!! só que não eram cor de rosa...era uma azul, uma
amarela, uma marrom, outra azul outra amarela e outra marrom...
Tornou- se uma flor colorida!
E para surpresa de todos, uma florzinha que ainda era um brotinho começou a se abrir na frente de todos...e
quem diria era toda cor de rosa!!
Ela olhou para todas as flores que estava a sua volta e disse:
_ NOSSA!!! Que jardim legal...quantas flores bonitas!
_ Mas eu sou mais bonita que vocês, porque sou a única cor de rosa que tem aqui.
Ao ouvir isso, a florzinha colorida chegou bem pertinho dela e disse:
_ Venha cá, você ainda é muito novinha e tem que aprender algumas coisas, vou lhe contar uma história de uma florzinha cor de rosa que morou aqui......
( Regina Amélia de Oliveira - Ao repassar, respeite a autoria)
Subsídios para aula de 10 Mandamentos
1. Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si
mesmo.
Existe um só Deus, que é um Pai amoroso e justo e que nos ama a
todos igualmente. Nosso compromisso maior é com Ele. Devemos adorá-lo em
Espírito (através de nossos sentimentos e pensamentos, com o coração) e Verdade
(significa o compromisso de unir o conhecimento e a realidade, pois é preciso
conhecer as Leis de Deus para adorá-lo: suas leis de amor, perdão, caridade).
Deus criou todo o universo e todos os seres e por eles zela. Nos deu a natureza
de onde tiramos o nosso alimento, á água e o ar sem o qual não teríamos
condições de existir, bem como o sol que nos ilumina e aquece, os animais, as
plantas, os planetas, enfim tudo que existe no universo. Devemos amar e
respeitar o nosso próximo. Fazer ao outro aquilo que gostaríamos que fosse
feito para nós. Quem é o nosso próximo? Na aula, em casa, na rua – quem está
mais próximo de nós.
2. Não falar o nome de Deus em vão.
2. Não falar o nome de Deus em vão.
Não utilizar o nome de Deus de forma desrespeitosa, não jurar em falso,
ou mentir com o objetivo de conseguir algo, usando o nome de Deus.
3. Lembrar de santificar o dia de sábado.
Temos que ter momentos para orar, para nos colocar em sintonia com Deus. O dia de sábado é uma simbologia, significa que devemos ter momentos de oração. Lembrar que não é preciso um lugar, um horário, ou uma posição especial para orar, o que importa são nossos sentimentos no momento da oração.
4. Honrar pai e mãe.
As pessoas que cuidam de nós, nossos pais ou responsáveis, merecem nosso respeito. Temos uma família que é a necessária e a ideal para nossa evolução.
5. Não matar.
Deus nos deu a vida, assim como criou os animais e as plantas. Tudo na natureza tem uma utilidade. Não devemos matar ou maltratar os animais, pássaros ou outros pequenos animais por brincadeira ou diversão. Somente matar com o objetivo de alimentação, não usando de crueldade. Preservar as plantas, os rios, ajudando a cuidar e esclarecer sobre sua importância. Somos todos irmãos, criados por Deus, que nos ama a todos igualmente, não devemos ferir ninguém com palavras ou atitudes, e nem tirar-lhes a vida. Não cometer aborto e nem suicidar-se. Devemos colaborar com Deus não destruindo a sua criação.
3. Lembrar de santificar o dia de sábado.
Temos que ter momentos para orar, para nos colocar em sintonia com Deus. O dia de sábado é uma simbologia, significa que devemos ter momentos de oração. Lembrar que não é preciso um lugar, um horário, ou uma posição especial para orar, o que importa são nossos sentimentos no momento da oração.
4. Honrar pai e mãe.
As pessoas que cuidam de nós, nossos pais ou responsáveis, merecem nosso respeito. Temos uma família que é a necessária e a ideal para nossa evolução.
5. Não matar.
Deus nos deu a vida, assim como criou os animais e as plantas. Tudo na natureza tem uma utilidade. Não devemos matar ou maltratar os animais, pássaros ou outros pequenos animais por brincadeira ou diversão. Somente matar com o objetivo de alimentação, não usando de crueldade. Preservar as plantas, os rios, ajudando a cuidar e esclarecer sobre sua importância. Somos todos irmãos, criados por Deus, que nos ama a todos igualmente, não devemos ferir ninguém com palavras ou atitudes, e nem tirar-lhes a vida. Não cometer aborto e nem suicidar-se. Devemos colaborar com Deus não destruindo a sua criação.
6. Não cometer adultério.
Adulterar é falsificar. Não colar nas provas, não mentir, não trair a confiança de um amigo, namorado(a) ou esposo(a), não contar um segredo, não vender uma mercadoria dizendo que possui tais qualidades, quando na realidade não possui.
Adulterar é falsificar. Não colar nas provas, não mentir, não trair a confiança de um amigo, namorado(a) ou esposo(a), não contar um segredo, não vender uma mercadoria dizendo que possui tais qualidades, quando na realidade não possui.
7. Não roubar.
Assim como não gostamos que alguém pegue sem permissão algo que é nosso, não devemos pegar o que é dos outros: um doce no mercado, um lápis do colega, uma fruta na árvore do vizinho.
8. Não prestar falso testemunho contra o próximo.
Não mentir, não inventar histórias, nem fazer fofoca de outras pessoas. Somos responsáveis pelas nossas atitudes e responderemos por elas. Não tirar proveito de uma mentira inventada por outro, contra alguém.
Assim como não gostamos que alguém pegue sem permissão algo que é nosso, não devemos pegar o que é dos outros: um doce no mercado, um lápis do colega, uma fruta na árvore do vizinho.
8. Não prestar falso testemunho contra o próximo.
Não mentir, não inventar histórias, nem fazer fofoca de outras pessoas. Somos responsáveis pelas nossas atitudes e responderemos por elas. Não tirar proveito de uma mentira inventada por outro, contra alguém.
9. Não desejar a mulher do próximo.
Não invejar e não querer o namorado(a) ou o marido (esposa) de outra pessoa. Namorar uma pessoa de cada vez. Não fazer ao outro aquilo que não queremos que façam para nós.
Não invejar e não querer o namorado(a) ou o marido (esposa) de outra pessoa. Namorar uma pessoa de cada vez. Não fazer ao outro aquilo que não queremos que façam para nós.
10. Não desejar qualquer coisa que pertença ao próximo.
Não querer ter a casa do outro, as coisas que os outros tem (roupas, sapatos, brinquedos) e não querer levar a vida do outro. Cada um de nós tem o que precisa de acordo com suas necessidades evolutivas. Hoje estamos colhendo o que semeamos em outras existências ou nessa mesma, ao mesmo tempo em que semeamos para o futuro.
Não querer ter a casa do outro, as coisas que os outros tem (roupas, sapatos, brinquedos) e não querer levar a vida do outro. Cada um de nós tem o que precisa de acordo com suas necessidades evolutivas. Hoje estamos colhendo o que semeamos em outras existências ou nessa mesma, ao mesmo tempo em que semeamos para o futuro.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Evangelho no Lar - Aula juventude - 24/05/2014
Tema
central: PLANEJAMENTO FAMILIAR Data: 24 mai 2014
Tema
da aula: Evangelho no Lar
Objetivo
Formativo: Conscientizar-se de que a família é
a base do equilíbrio moral e social da sociedade.
Objetivo
Informativo: Reconhecer que a formação da família
cumpre determinação divina.
Objetivo da aula: Explorar
os efeitos em nossos corpos, familiares e casa quando fazemos o evangelho no
lar conforme Jesus nos ensinou.
Prece inicial: 03´
Incentivo Inicial: Monte seu próprio Evangelho no Lar - 15’
Iniciar a aula perguntando aos
evangelizandos:
- Quem já tomou vacina de gotinhas?
- Porque quando criança devemos tomar
essa vacina?
(explorar a proteção que a vacina
proporciona contra doenças, algumas delas, muito sérias)
Assim como a vacina nos protege das
doenças, quando realizamos o Evangelho no Lar com frequência, é como se
estivéssemos nos vacinando semanalmente para nos proteger dos desequilíbrios
energéticos em nossos corpos e lar causados por momentos em que passamos por
crises de angústias, inquietações que nos levam à agressividade, raiva,
tristeza e sensação de culpa persistentes, e outros desequilíbrios de diversas
ordens que passamos rotineiramente.
O Evangelho no Lar é o antídoto que
nos leva a compreender e esclarecer estes pontos, nos preenchendo com coragem
para reparar nossos erros, interromper perturbações, predispor à paz e ajudar
em nossa renovação, entusiasmo, liberdade e proteção contra a ausência da luz. (Adaptado
de Joanna de Ângelis, Celeiro de Bênçãos, p. 16)
Em uma mesa colocar os seguintes
itens:
- Jarra com água, vela, toalha
branca, vaso com flor e um livro (Jesus no Lar).
Pedir que escolham os itens desta
mesa para preparar o evangelho no Lar.
Desenvolvimento: Reflexão sobre o Evangelho e seus efeitos - 35’
O
Evangelho no Lar é uma reunião em família não apenas para a realização de uma
oração, mas também, é um momento de estudo, conversação nobre e reflexão
elevada.
Os
judeus na época de Jesus já praticavam a oração semanal em família e até hoje,
se reúnem às sextas-feiras para a noite, antes do jantar, para este momento
religioso e, fazem uma leitura pelo chefe ou líder da casa, de um texto dos
Profetas e depois, fazem comentários. Eles costumam fazer um pequeno ritual
acendendo vela em castiçal e outras práticas.
Nosso
amigo Jesus nos mostrou que este momento em nosso lar, com nossa família é
muito importante: Certo dia ele nos deixou o testemunho de sua apreciação a
respeito desse momento, na casa de Simão Pedro quando estava hospedado lá e
aproveitou a ocasião para mostrar o que é essencial nessa reunião de família,
tirando tudo aquilo que não era essencial, como o uso de velas e de um ritual
que consistia em distribuir um pedacinho de pão e um pouco de vinho a cada
participante. Ele os reuniu em torno da mesa e deixou registrado que não se
tratava apenas de oração, mas sim de estudo, conversação e reflexão elevada, e
que a consulta aos “escritos da sabedoria” se faz necessária. (conforme for
contando essa história, ir retirando os elementos da mesa e deixar somente o
livro.
Para
fazer o evangelho no lar não é preciso estes elementos (velas, flores,
toalhas). E, para atingir o objetivo e receber os benefícios do evangelho,
livros como este podem nos ajudar bastante.
É comum
mantermos por perto um copo, garrafa ou jarra de água durante o evangelho.
Alguém sabe por quê?
A água é
dos corpos materiais o mais simples e receptivo da Terra. É como a base pura em
que o remédio que vem de Deus possa ser fixado através de recursos do nosso
mundo material que são muito importantes para a saúde e amparo do nosso corpo e
alma, embora todo esse processo seja invisível aos nossos olhos físicos.
(Adaptado de Emmanuel, Segue-me!... 7.ed., 129-130).
Durante
a explicação sobre a água, passar na frente da jarra um papel celofane verde e
demonstrar que conforme pensamos e sentimos, colocamos em movimento energias
(onda vibratório de certa frequência) que assumem características como, por
exemplo, as cores, então, por exemplo: quando estamos trabalhando com cura ou
estudando sobre a cura de alguma enfermidade produzimos energias que assumem a
coloração esverdeada. Essa energia é facilmente captada pelas moléculas de água
e, um copo de água que esteja perto de você no momento em que está emanando
essa energia, fica carregado com essa vibração de luz. Assim, a pessoa que
tomará essa água receberá em seu corpo essa vibração energética e, caso tenha
alguma enfermidade, esse fluído esverdeado o ajudará no processo de cura.
Enquanto
fazemos o evangelho, amigos desencarnados de luz ficam próximos a nós, dentro
de nossos lares e aproveitam este momento em que estamos mais receptivos à luz,
já que a leitura e a reflexão nobre sobre os ensinamentos de Jesus fazem com
que emanemos mais luz própria, para emitir a qualidade de luz que necessitamos
diretamente sobre nossos corpos físico, períspirito e espírito, e também,
materializando esse fluído de luz na água que deixamos por perto e que
beberemos ao final do evangelho. Ex: se precisamos de mais sabedoria e
compreensão, e estamos buscando isso, cargas de luz amarela / dourada serão
impressas / fixadas em nós e na água que beberemos.
Por tudo
isso o que acontece durante o momento do evangelho e da oração e, pela presença
dos amigos de luz que vem ao nosso encontro, especialmente neste momento, para
nos abastecer do que precisamos, é que se faz necessário mantermos uma
frequência e horários de início e término do evangelho sempre fixo. Afinal,
esses espíritos também têm outros afazeres e precisam se programar para estarem
conosco. Quando atrasamos ou deixamos de fazer o evangelho, estes espíritos
acabam perdendo o precioso tempo que poderia ser dedicado à outra tarefa de
luz. É como se marcássemos o horário no dentista e faltássemos na consulta. Aí,
o dentista deixou de atender outra pessoa que estava precisando, pois achou que
estaria com você naquele horário...
Assim
como nossos corpos e a água se iluminam durante o evangelho, nosso lar também é
beneficiado, pois todas as paredes, móveis e objetos também recebem a carga de
luz que estamos gerando e atraindo dos espíritos de luz, assim, toda a casa
fica iluminada e protegida. Quanto mais sério e frequente é o evangelho que
fazemos em nosso lar, mais luz permanente fica em nós e em nosso lar. Neste
caso, espíritos de luz assumem a guarda da nossa casa e barram a entrada de
espíritos que praticam a maldade e estejam carregados de fluidos energéticos /
vibrações negativas.
Quanto
mais forte é a luz que um lar iluminado emana, mais casas vizinhas e da rua são
também beneficiadas com a luz. Assim como, quanto mais nos iluminamos
praticando pensamentos e sentimentos elevados, mais luz emanamos para as
pessoas que estão próximas à nós e, mais espíritos de luz atraímos, aumentando
nossa autoproteção. E, uma das formas de cada vez mais elevarmos nossos
pensamentos e sentimentos, é a prática do Evangelho no Lar.
Fixação: Mentalização – 5’
Então,
agora vamos tentar perceber qual é a qualidade da vibração de luz que estamos
emitindo, para isso, vamos começar identificando quais são os pensamentos e
sentimentos que produzimos no dia de hoje... fechem os olhos para se concentrem
em perceber qual foi seu pensamento de hoje quando acordou ou que você teve até
chegar aqui, teve alguma preocupação, incomodo, algo que gerou ansiedade ou
teve qualquer outro tipo de emoção e pensamento?
Tente
encontrar isso em você, afinal, nossos pensamentos não param de funcionar, a
não ser que forcemos essa situação de ausência de pensamentos... Mesmo que seja
um pensamento frequente e normal para você, encontre qual é esse pensamento...
Façam
sim ou não com a cabeça caso tenham encontrado esse pensamento e ou sentimento
e abram os olhos.
Talvez
alguns de vocês tenham percebido pensamentos e energias mais leves e positivas,
mas também alguns de vocês podem ter identificado energias mais pesadas ou
negativas...
Agora,
vamos iniciar uma mentalização para transformar as energias negativas em luz:
fechem os olhos novamente.
Todos os
pensamentos e sentimentos que foram identificados por vocês ou pelos colegas ao
seu lado e, que estejam fluindo como uma energia pesada ou negativa e, que
estão com uma coloração escura, são agora colocados no centro desta roda. Envolta
desta coloração escura existe um grande círculo de luz violeta, bem forte e
radiante. A luz violeta vai formando uma cúpula envolta da energia densa e
escura e, a medida que a luz violeta toca a escuridão, toda a energia mal
qualificada se transforma em luz branca, bem brilhante.
A luz
violeta vai transformando, transmutando em luz branca toda a energia escura e
negativa. Quanto mais vocês se concentram nessa luz violeta, mais luz branca é
transformada. Essa transformação vai ganhando cada vez mais força. Nossos
mentores também estão ajudando nessa transformação...
E,
agora, todo o centro desta roda está feito de pura luz. Essa luz que foi
requalificada retorna aos nossos corpos e nos preenche com tudo o que precisamos.
Encerrar
com a prece final.
Prece Final
Prof. Isis
Marcadores:
Aula Pré Mocidade,
Evangelho no Lar - Aula Pré Mocidade
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Gravidez na adolescência e contracepção - juventude - 10/05/2014
Tema
central: PLANEJAMENTO FAMILIAR Data: 10 mai 2014
Tema
da aula: Gravidez na adolescência e contracepção
Objetivo
Formativo: Conscientizar-se de que a família é
a base do equilíbrio moral e social da sociedade.
Objetivo
Informativo: Reconhecer que a formação da família
cumpre determinação divina.
Objetivo da aula: Transmitir
os ensinamentos espíritas sobre o sexo, gravidez na adolescência, aborto e
contracepção, buscando conscientizar os jovens sobre suas responsabilidades em
torno destes assuntos.
Prece inicial: 03´
Incentivo Inicial: Continue essa história - 15’
Iniciar a aula contando a seguinte história:
Quem nunca viu uma adolescente grávida no colégio, na rua e às
vezes até mesmo dentro da casa da gente com nossas amigas, primas e irmãs? Para
saber como é ser mãe na adolescência, a jovem Joana foi entrevistada, ela tem
17 anos, estuda na 2ª série do ensino médio de um colégio e hoje trabalha como
atendente de lanchonete. Ela tem um filho de 1 ano e 4 meses.
Quando e como aconteceu a sua gravidez, Joana? Eu tinha 14 anos e não estava esperando, eu achava que não ia acontecer comigo. Fazia um ano que eu estava namorando o pai do meu filho. Eu tinha ido ao médico e ele me receitou a pílula contraceptiva. Só que eu a tomava e sentia vontade de vomitar. Então, fui deixando e não tomava. Sem contar que algumas vezes eu me esquecia de tomar...
Qual foi a sua reação quando descobriu que estava grávida? Chorei bastante. Fiquei assustada, com medo do meu pai, da gravidez. Foi complicado.
Qual foi a reação de seu pai? (INTERROMPER E PEDIR QUE UM EVANGELIZANDO CONTINUE A HISTÓRIA COMO SE ELE PRÓPRIO FOSSE A PROTAGONISTA DA HISTÓRIA E, ASSIM POR DIANTE COM OS DEMAIS)
Quando e como aconteceu a sua gravidez, Joana? Eu tinha 14 anos e não estava esperando, eu achava que não ia acontecer comigo. Fazia um ano que eu estava namorando o pai do meu filho. Eu tinha ido ao médico e ele me receitou a pílula contraceptiva. Só que eu a tomava e sentia vontade de vomitar. Então, fui deixando e não tomava. Sem contar que algumas vezes eu me esquecia de tomar...
Qual foi a sua reação quando descobriu que estava grávida? Chorei bastante. Fiquei assustada, com medo do meu pai, da gravidez. Foi complicado.
Qual foi a reação de seu pai? (INTERROMPER E PEDIR QUE UM EVANGELIZANDO CONTINUE A HISTÓRIA COMO SE ELE PRÓPRIO FOSSE A PROTAGONISTA DA HISTÓRIA E, ASSIM POR DIANTE COM OS DEMAIS)
HISTÓRIA REAL: No começo ele me deu um sermão, depois
ficou do meu lado e pediu para eu não fazer besteira. A minha irmã mais velha
não me apoiou. Ela não falava comigo. Depois que o meu filho nasceu, a gente
voltou a se falar.
E a reação do pai da criança? Ele não reagiu bem, queria que eu abortasse, mas eu resolvi assumir. Depois que eu falei com o meu pai e que eles conversaram, a gente terminou o namoro. Mas ele assumiu a criança, registrou e dá pensão.
E ele te pressionou para fazer o aborto? Antes de eu contar para o meu pai, sim. Ele não queria que eu contasse, falou que a gente ia dar um jeito. A namorada de um amigo dele já tinha abortado com um remédio. Só que eu ia estar me arriscando tomando esse remédio. Podia acontecer alguma coisa e eu ir parar no hospital e o meu pai ia ficar sabendo e seria pior. Então eu preferi contar para o meu pai, sabia que ele não ia me deixar fazer isso.
Quais eram os seus sonhos antes e depois da gravidez? A vida muda. Depois da minha gravidez, mudou completamente. Tive que abrir mão das minhas coisas para ir atrás das coisas do meu filho. Eu não tinha nenhum sonho. Tudo o que eu queria era continuar minha vida normal, estudar e trabalhar. Por enquanto, está indo bem . Quando estou trabalhando, o meu filho fica com meus pais e, quando estou na escola, ele fica com minha irmã, agora ela passou a aceitar mais.
E o pai do nenê, como reagiu? Ele tem a minha idade e pensou: "Pô, eu tenho uma vida para curtir e agora eu vou cuidar de um filho".
E a reação do pai da criança? Ele não reagiu bem, queria que eu abortasse, mas eu resolvi assumir. Depois que eu falei com o meu pai e que eles conversaram, a gente terminou o namoro. Mas ele assumiu a criança, registrou e dá pensão.
E ele te pressionou para fazer o aborto? Antes de eu contar para o meu pai, sim. Ele não queria que eu contasse, falou que a gente ia dar um jeito. A namorada de um amigo dele já tinha abortado com um remédio. Só que eu ia estar me arriscando tomando esse remédio. Podia acontecer alguma coisa e eu ir parar no hospital e o meu pai ia ficar sabendo e seria pior. Então eu preferi contar para o meu pai, sabia que ele não ia me deixar fazer isso.
Quais eram os seus sonhos antes e depois da gravidez? A vida muda. Depois da minha gravidez, mudou completamente. Tive que abrir mão das minhas coisas para ir atrás das coisas do meu filho. Eu não tinha nenhum sonho. Tudo o que eu queria era continuar minha vida normal, estudar e trabalhar. Por enquanto, está indo bem . Quando estou trabalhando, o meu filho fica com meus pais e, quando estou na escola, ele fica com minha irmã, agora ela passou a aceitar mais.
E o pai do nenê, como reagiu? Ele tem a minha idade e pensou: "Pô, eu tenho uma vida para curtir e agora eu vou cuidar de um filho".
Ao longo das novas histórias que forem
surgindo, incluir alguns novos elementos para os estimular a falarem sobre seus
dúvidas e pensamentos a respeito deste tema, por exemplo: você está com a
barriga grande (8 meses) e quando entra na sala de aula,
todos a olham estranho...
Desenvolvimento: Debatendo - 25’
A partir
do momento em que vários pensamentos começarem a se expor, separar o grupo em
dois (se tiver número suficiente de meninos e meninas, separá-los assim, caso
contrário, fazer dois grupos mistos).
Um grupo
deverá fazer perguntas para que o outro as respondam. Auxiliar as respostas e
introduzir conceitos a respeito do tema durante a discussão destas respostas.
Entregar
as seguintes perguntas para cada grupo:
Grupo 1
- O que é sexo?
(A origem da palavra está no latim
sexu-, relacionado com secare (“dividir, cortar”), dado que o sexo nos divide
em duas partes: machos e fêmeas.
Explorar que o sexo existe em função
da vida e não a vida em função do sexo, que o sexo é patrimônio do espírito e
que se deverá ter para com ele o mesmo carinho que se tem por qualquer outro
órgão, que um dia deveremos dar conta de tudo que possuímos e que nos foi dado
por empréstimo. O sexo é um órgão que tem função específica e é portador de
exigência graves na área dos deveres, que irão aparecer como consequências do
seu uso. Que ao se envolver com alguém você cria vínculos que não poderão, ou
melhor, não deverão ser rompidos levianamente, pois muitas tragédias têm início
nas rupturas abruptas da afetividade despertada pelo interesse simplesmente
sexual.
Falar
sobre a atração dos espíritos que incentivam o prazer momentâneo se for que
também estamos buscando. Uma boa relação sexual é com alguém que tem algum
valor para nós, com alguém a quem alimentamos e somos alimentados, com alguém que
podemos trocar energias, pois o sexo é transfusão de energias psíquicas).
- O que significa ter um filho com a idade atual?
(Adolescência
é um período de transição, onde começamos a nos descobrir em um corpo que
inicia uma forma de adulto, tudo no corpo e no espírito vai mudando. Assim, se
mal conseguimos nos conhecer e nos cuidar, como cuidar de outro mais
facilmente? A transição para a vida adulta ocorre muito mais rapidamente, e
depois vem a sensação de não ter aproveitado tudo o que poderia na adolescência.
A maternidade é o momento superior de dignificação da mulher, quando todos os
valores do sentimento e da razão se conjugam para o engrandecimento da vida.
Faltando, à adolescente, experiência e conhecimento dos valores existenciais
durante a gravidez, o período é atormentado, sendo transmitido ao feto
inquietação e desassossego, quando não a revolta pela concepção indesejada. Os
pais têm por missão desenvolver o progresso de seus filhos por meio da educação).
Grupo 2
- O que fazer para evitar uma gravidez?
(Explorar
sobre métodos contraceptivos e a importância de ser disciplinado em sua
utilização. Passar o vídeo de relato de adolescente que utilizava o método
contraceptivo de maneira incorreta e acabou engravidando aos 14 anos. Explicar
que o preservativo-camisinha (métodos de barreira) deve sempre ser utilizado,
mesmo que se utilize pílulas ou injeção de hormônio, pois além de gravidez, ele
protege de doenças sexualmente transmissíveis que também têm consequências para
o resto da vida, porém, bastante ruins. Explicar, também, porque a pílula do
dia seguinte é um método contraceptivo abortivo).
- O aborto é uma saída para casos de gravidez
na adolescência?
(Passar
os ensinamentos de Kardec sobre o crime que é o aborto e o único caso em que
este é considerado uma saída, sobre o que acontece com os pais que o decidem e
o espírito que tem a formação de seu corpo interrompida).
Fixação: Vídeo de encerramento – 10’
Passar
trecho do vídeo Espiritismo em Ação_Sexualidade Precoce da Infância (11:14 min
até 18 min), abrir para alguma pergunta e encerrar com incentivo de que
procurem seus pais para mais esclarecimentos sobre o sexo ao invés de tentar
tirar dúvidas com os colegas que acabam conhecendo tanto ou menos que eles próprios.
Prece Final
Bibliografia:
Capítulo
21 A GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA (livro ADOLESCÊNCIA E VIDA PELO ESPÍRITO JOANNA
DE ÂNGELIS)
A
gravidez na adolescência é um dos grandes problemas-desafio da atualidade, em
razão do número crescente de jovens despreparadas para a maternidade, que se
deparam em situação deveras perturbadora, gerando grave comprometimento social.
Dominados
pela curiosidade e espicaçados por uma bem urdida estimulação precoce, que
faculta a promiscuidade dos relacionamentos, os adolescentes facilmente se
entregam às experiências sexuais sem nenhuma preparação psicológica, menos
ainda responsabilidade de natureza moral.
Desconhecendo
os fatores propiciatórios da fecundação e sem qualquer orientação cultural em
torno do intercâmbio sexual, permitem-se o intercurso dessa natureza com
sofreguidão e sob conflitos, tendo de enfrentar o gravame da concepção fetal.
Ao darem-se
conta da ocorrência inesperada, recorrem a expedientes perigosos, a pessoas
inescrupulosas, quase sempre interessadas na exploração da ignorância, e
culminam na execução do crime covarde do aborto clandestino, com todos os
riscos decorrentes dessa atitude cruel.
Iniciada
a malfadada fuga, novas ocorrências criminosas têm lugar, porque o adolescente
perde a identidade moral e, aturdido, deixa-se arrastar a novos tentames, cujos
resultados são sempre infelizes. Quando isso não
ocorre,
porque destituídos do sentimento de amor, que os poderia unir, são as futuras
mães deixadas a mercê da família ou da própria sorte, trazendo ao mundo os
desamparados rebentos que experimentarão a orfandade, não obstante os pais
desorientados permaneçam vivos.
Despertando
lentamente para os sentimentos mais graves, e dando-se conta da alucinação
juvenil, agora irreversível, essas jovens imaturas e frustradas atiram-se nos
resvaladouros do descalabro, perdendo o senso da dignidade feminina e
tornando-se objetos de fácil posse, quando não recorrem às fugas desordenadas
pelas drogas químicas, pelo álcool, pela prostituição destruidora.
Urgem
atitudes que possam despertar os adolescentes para a utilização do sexo com
responsabilidade, na idade adequada, quando houver equilíbrio fisicopsíquico,
amadurecimento emocional com a competente dose de compreensão dos efeitos que
decorrem das uniões dessa natureza.
O sexo é
um órgão com função específica e portador de exigências graves na área dos
deveres, que aparecem como consequência do seu uso.
Quando
utilizado com insensatez, sem o contributo da razão, por desejos infrenes, ao
envolver os parceiros estabelece um vínculo emocional que não deve ser rompido
levianamente. Muitas tragédias dos sentimentos têm início nas rupturas abruptas
da afetividade despertada pelo interesse sexual. Pode uma das pessoas não estar
realmente interessada na outra, não obstante a recíproca pode não ser
verdadeira, e, ao sentir-se a sós, aquele que se encontra abandonado passa a
experimentar tormentos e conflitos muito perturbadores, quando não se rebela
contra a função sexual, gerando problemas mais profundos, que irão
comprometer-lhe toda a existência, em razão da leviandade de quem se foi,
indiferente pelo destino de quem ficou...
Na
adolescência, porque os interesses giram em torno da identidade, da
sexualidade, da afirmação da personalidade, além de outros, a atração entre os
jovens é inevitável, produzindo grande empatia e estímulos que devem ser
cultivados, porquanto isso faz parte da formação do seu conceito de sociedade e
de autorrealização. Todavia, é indispensável insistir quanto aos cuidados que
devem ser tomados pelos moços em razão da precipitação em assumir atitudes e
compromissos para os quais não estão preparados, tornando-se fáceis vítimas da
imprudência e do desconhecimento.
Sob
outro aspecto, porque os sentimentos ainda não estão maduros e o
desconhecimento da função sexual é total, o ato não corresponde à expectativa
ansiosa do adolescente, que se sente defraudado, receando novas
experiências
ou precipitando-se em outras tantas a fim de descobrir os encantamentos a que
as demais pessoas se referem com entusiasmo e que ele não vivenciou.
A educação sexual, portanto, tem regime de grande
urgência, ao lado de um programa de dignificação da função genésica muito
barateada por personagens atormentadas, que se tornam líderes da massa juvenil,
e que, fugindo dos próprios conflitos perturbadores, estimulam-lhes o uso
desordenado. Outras vezes, mediante caricaturas perversas, procuram influir na
conduta juvenil, massificando todos no mesmo nível de comportamento estranho e
inquietador, deixando-os insaciáveis e cínicos, enquanto afirmam que a única
função da vida é o prazer imediato, sendo o sexo a válvula de escapamento para
a insegurança, a insatisfação emocional e o fracasso de que se sentem
possuídos, mesmo quando se sentam nos tronos dos triunfos ilusórios que a mídia
lhes proporciona, sem os realizarem interiormente.
A maternidade é o momento superior de dignificação da
mulher, quando todos os valores do sentimento e da razão se conjugam para o
engrandecimento da vida. Faltando, à adolescente, experiência e conhecimento
dos valores existenciais durante a gravidez, o período é atormentado, sendo
transmitido ao feto inquietação e desassossego, quando não a revolta pela
concepção indesejada.
Raramente
acontece o fenômeno da compenetração maternal, quando se trata de Espírito
afim, que volve ao regaço da afetividade de maneira inesperada, recompondo o
passado de lutas e desares, com que ambos se
encontram
nos caminhos do amor: mãe e filho.
A maternidade na adolescência é dos mais tormentosos
fenômenos que o sexo irresponsável produz, face às conseqüências que gera.
Orientar o adolescente quanto aos valores do sexo, ante a vida e o amor, é dever
que todos os indivíduos se devem impor, auxiliando a mentalidade juvenil a
encontrar o rumo de segurança para a felicidade, sem as cargas aflitivas
provindas da leviandade do período anterior.
Livro
dos Espíritos – Pergunta 208
Os pais
têm por missão desenvolver o progresso de seus filhos por meio da educação.
Palestra
de Regina Ferreira – Portal do Espírito - RJ
http://www.espirito.org.br/portal/palestras/irc-espiritismo/palestras-virtuais/pv070901.html
O sexo
existe em função da vida e não a vida em função do sexo, que o sexo é
patrimônio do espírito e que se deverá ter para com ele o mesmo carinho que se
tem por qualquer outro órgão, que um dia deveremos dar conta de tudo que
possuímos e que nos foi dado por empréstimo. O sexo é um órgão que tem função
específica e é portador de exigência graves na área dos deveres, que irão
aparecer como conseqüências do seu uso. Que ao se envolver com alguém você cria
vínculos que não poderão, ou melhor, não deverão ser rompidos levianamente,
pois muitas tragédias têm início nas rupturas abruptas da afetividade
despertada pelo interesse simplesmente sexual. A incidência de gravidez na
adolescência é grande e assustadora e não ocorria, digo não ocorria dessa
maneira como acontece nos últimos anos, esse fenômeno sexual que podemos dizer
não atinge somente o jovem, mas também o adulto que ainda não processou um
amadurecimento mental e espiritual correspondente à idade. Porque amadurecer é
difícil, dá trabalho. Não será porque a prática da sexualidade vem sendo
promovida como o valor máximo a ser alcançado por homens e mulheres,
independente da idade que possuam.
Na
adolescência os interesses estão girando em torno da identidade, sexualidade,
afirmação da personalidade, além de outros fatores gerados pelos meios de
comunicação que mostra claramente aos jovens que seu valor está calcado em se
ter um físico perfeito, que você tem poder quando consegue seduzir, que você é
poderosa ou poderoso na arte da conquista, que você recebe grandes homenagens
da sociedade na arte do sexo, vemos claramente nos canais competentes a troca
de relacionamentos, a total desvalorização de sentimentos, mostrando claramente
que se você sente vontade de seduzir ou se realizar não importa os meios, não importa
se é amigo ou namorada ou namorado do amigo ou amiga, cunhada etc... importante
que seus objetivos sejam alcançados e aí insistimos que o homem não pode ser um
produto do meio, o homem é fruto da educação. A adolescente não sai de casa
para transar, pois o jovem sexual-mente ativo, já se previne de antemão,
acredito que o que surge é o arrastamento e ele não quer ficar fora do grupo,
não quer se sentir diferente. O jovem sai de casa para encontrar-se com o grupo
e a pressão acontece e ele não sabe dizer NÃO. É necessário o amor e a
informação de qualidade, mostrar que a realização do ser humano não está na
prática sexual, que o que faz uma relação rica e satisfatória para ambas as
partes, não é somente a prática do sexo, que o companheirismo, a confiança
etc... tem valores mais reais.
Necessário
passar para os nossos jovens que uma boa
relação sexual é com alguém que tem algum valor para nós, com alguém a quem
alimentamos e somos alimentados, com alguém que podemos trocar energias, pois o
sexo é transfusão de energias psíquicas. A educação global, mas
principalmente a educação sexual tem regime de grande urgência, ao lado de um
programa de dignificação da função genésica muito barateada por atormentados,
que se tornam muitas vezes ídolos da grande massa juvenil, e que muitas vezes
fugindo dos próprios conflitos, estimulam o uso desordenado.
Mesmo
quando um dos responsáveis abandona o seu dever e nega-se a assumir a
responsabilidade - o outro embora com muitos sacrifícios, deverá assumir, pois
na prática do dever, o ser humano pode sempre esperar a ajuda do Alto. Pior
para o que recua diante da responsabilidade, melhor para àquele que a cumpre a
qualquer custo. Orientar o adolescente quanto aos valores do sexo, ante a vida
e o amor, é dever que todos nós, devemos nos impor, auxiliando a mentalidade
juvenil a encontrar o rumo de segurança para a felicidade, sem cargas aflitivas
provindas de leviandade.
A
gravidez na adolescência deve ser evitada? Se sim, qual a melhor maneira dos
pais agirem para ajudarem seus filhos?
Você
poderia comentar qual deveria ser a posição dos evangelizadores, em relaçao ao
esclarecimento ao jovem espírita, nas reuniões da mocidade e pré-mocidade?
A mídia
contribui bastante para esta mentalidade mais irresponsável quanto aos
relacionamentos, não é mesmo?
Suponhamos
um filho com 17 anos e uma namorada de 16...o filho pede liberdade para ter
relacionamento sexual em casa. Como lidar com esta situação?
O filho
ou a filha adolescente, chegam com a noticia da gravidez... como se manifestar
diante dessa notícia? o q fazer c essa situação?
Sendo a
gravidez um fato consumado, como lidar com os jovens pais, uma vez que o
período de gravidez é também de preparação pra pais e filho (reencarnante)?
A
gestante adolescente geralmente interrompe os estudos. Do ponto de vista
espírita como deve ocorrer a educação da gestante?
Gostaria
que você comentasse a respeito de gravidezes evitadas por casais a título de
controle de natalidade impedindo assim a encarnação de espíritos e a estratégia
da espiritualidade em aproveitar a situação dos adolescentes em relação a estes
Espíritos q deveriam encarnar?
Na
adolescência, depois de ter feito de tudo para convencer uma amiga, na época
adolescente a desistir do aborto, não consegui abandoná-la e a acompanhei até a
clinica. Não consegui abandoná-la mesmo sendo o fato totalmente contra meus
princípios. Por anos me senti cúmplice, mas sempre me pergunto como poderia ter
agido diferente!?....Qual a visão da doutrina neste caso?
Considerações
finais do palestrante:
http://www.espiritismo.net/content,0,0,930,0,0.html
Com o
bebê no colo, não tem jeito, as responsabilidades irão brotar e nessa fase uma
grande mudança ocorre no comportamento da jovem família. "A transição para
a vida adulta ocorre muito mais rapidamente. E depois vem a sensação de não ter
aproveitado tudo o que poderia na adolescência", relata Talita Biason,
hebiatra (a profissional especialista em adolescentes) do Hospital Santa
Catarina.
De
acordo com a médica Talita, a maioria dos pais adolescentes abandona os estudos
- mesmo que temporariamente - e tende a se inserir no mercado de trabalho mais
cedo. "Há estudos, principalmente norte-americanos, que dizem que pais
adolescentes ganham menos que outros profissionais. E, a longo prazo, tem um
perda maior da renda", diz a hebiatra. "Isso é um reflexo da falta de
preparo, provocada pelo abandono da escola", completa.
Talita
concorda que dificilmente uma pessoa com menos de 18 anos irá pensar nessas
conseqüências. No entanto, é necessário que pais e professores alertem para as
mudanças provocadas por uma gravidez antes que ela aconteça. "É preciso
ajudar o jovem a planejar melhor sua vida", reitera.
prof. Wilma
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