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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Aula Reforma Intima - juventude - 28/07/2012


Tema: Reforma íntima
Objetivo Formativo: desenvolver amor-próprio, auto-estima. reconhecer-se como espírito eterno.
Objetivo Informativo: reconhecer-se como espírito eterno.

Prece inicial e boas-vindas: 05minutos

Incentivação Inicial: Você já sonhou com sua casa própria ? 15 minutos
Falar com os alunos sobre qual a casa dos seus sonhos, investigar detalhes técnicos como tamanho, número de cômodos, ambiente, cores, localização, cidade/praia/campo, fonte de água/luz/gás, tecnologia, segurança; bem como investigar o motivo que os levam a sonhar com este formato.
Para construir esta casa, o que precisaremos ? Falar sobre materiais de construção, equipe técnica capacitada, $, sonho e perseverança para construí-la.
Trazer imagens de revistas, internet sobre casas dos sonhos; ferramentas e materiais de construção.

Desenvolvimento: Que tal ajudarmos nossos amigos Aprendisildo e Aprendisilda a construírem sua casa íntima? 30 minutos
Pedir para um aluno deitar no chão e outro contorna o corpo dele no papel.
Sentar em volta do desenho e contar a história dos irmãos Aprendisildo e Aprendisilda.
“Aprendisildo é um jovem menino de 14 anos, tímido, carinhoso, bastante ansioso, quer fazer tudo ao mesmo tempo, mas não consegue se concentrar em nada, tem tido dificuldade para comer nos horários convencionais e dormir adequadamente (tem tido pesadelos e esquece de rezar); impaciente com as perguntas que o fazem; muitas vezes egoísta, não consegue dividir seus pertences (livros, jogos, computador), sonhos e amigos; ultimamente tem se comportado de maneira agressiva porque seus pais têm pedido que ele esteja mais presente com a família para fazer as refeições, ficar menos tempo na internet e se dedicar um pouco mais aos estudos, pois anda desconcentrado na escola.
Aprendisilda é uma menina de 15 anos, sonhadora, comunicativa, cheia de colegas; vaidosa; preocupa-se muito com seu visual e costuma ficar irritada se alguém se apresenta com cabelo, roupa ou bijou mais legal que a dela. Tem muita resistência para se alimentar corretamente com medo de engordar, mas vive beliscando guloseimas. Vive sonhando entre ser atriz mas gosta muito de animais e fica em dúvida se fará veterinária; não pode ver um cachorro na rua que quer trazer pra casa, mas depois larga para seu irmão ou pais cuidarem porque muda de idéia toda hora e também bate aquela preguiça”.
Onde você notou que estão os principais pontos de atenção que precisam de melhoria dos nossos amigos ?
E os fortes ? Anotar em volta do corpo

O que podemos indicar para eles melhorarem sua casa íntima?
Todos juntos poderemos escrever neste corpo formas de desenvolver o autoconhecimento como: pensamentos positivos e construtivos, confiança, paciência, fé, perseverança, alegria, vontade de crescer, ânimo, positivismo, atitudes positivas, estudo, boas companhias.

Conclusão: E a sua casa íntima, como você a está construindo ? 10 minutos
Baseada na dinâmica de ajuda aos amigos “Aprendisildos”, pedir para cada um escolher suas ferramentas para embelezar sua casa íntima. Levar imagens de ferramentas em papel para eles escreverem dentro.

Prece final

Bibliografia: leitura do tema em literatura espírita

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Aula: Namorar ou Ficar - Juventude 21/07/2012


Tema: Namorar ou Ficar ?

Objetivo Formativo: 
Desenvolver sentimento de compaixão e alteridade.
Objetivo Informativo: Dar condições aos jovens de optar entre seguir seus sentimentos diante dos costumes ou modismos à sua volta.



Incentivação Inicial: Vamos cantar ? 05 minutos
Já Sei Namorar - Tribalistas
Já sei namorar
Não tenho juiz
Já sei beijar de língua
Se você quer a vida em jogo
Agora, só me resta sonhar
Eu quero é ser feliz
Já sei onde ir
Não tenho paciência
Já sei onde ficar
pra televisão
Agora, só me falta sair
Eu não sou audiência
Não tenho paciência
para a solidão
pra televisão
Eu sou de ninguém
Eu não sou audiência
Eu sou de todo mundo
para a solidão
E todo mundo me quer bem
Eu sou de ninguém
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
Eu sou de todo mundo
E todo mundo me quer bem
E todo mundo é meu também
Eu sou de ninguém
Tô te querendo como ninguém
Eu sou de todo mundo
Tô te querendo como Deus quiser
E todo mundo é meu também
Tô te querendo como eu te quero
Já sei namorar
Tô te querendo como se quer (x2)
Já sei chutar a bola

Agora, só me falta ganhar


Desenvolvimento: E você com isto ? 30 minutos
Sentar em círculo e conversar sobre a música. O que mais te chamou atenção ? Por que ?
Convidar os jovens à reflexão profunda das suas atitudes perante os sentimentos próprios e dos outros.
ð  Sei namorar x Ficar : forma de iniciar um relacionamento ou fugir de relacionamento ?
ð  Namoro = compromisso: gostar de alguém significa curtir as coisas boas, ser feliz, estar ao lado, andar de mãos dadas, ir ao cinema, rir e chorar juntos. Muito diferente de cobrança, prisão, pegar no pé, esquecer dos amigos.
ð  Ser de ninguém x ser de todo mundo: ser sozinho, brincar com os sentimentos das pessoas (cuidado ao entrar no coração de alguém, “lei da ação e reação”), futilidade, sintonia.
ð  Namorar é lindo, é gostoso, gratificante. É uma forma muito saudável de ensaiarmos a vida adulta de se relacionar e experimentar o exercício do amor, cumplicidade. 

Conclusão: Melhor assim? 10 minutos
Ouvir a música “Velha Infância” e pedir aos alunos para darem sua opinião sobre a experiência contada na música. Comparar com a anterior: qual a diferença entre elas ?
Como você se sente ?



Velha Infância - Tribalistas





Você é assim
O meu melhor amigo
Um sonho pra mim
É o meu amor...
E quando eu não te vejo
E a gente canta
Eu penso em você
E a gente dança
Desde o amanhecer
E a gente não se cansa
Até quando eu me deito...
De ser criança
Eu gosto de você
A gente brinca
E gosto de ficar com você
Na nossa velha infância...
Meu riso é tão feliz contigo
Seus olhos meu clarão
O meu melhor amigo
Me guiam dentro da escuridão
É o meu amor...
Seus pés me abrem o caminho
E a gente canta
Eu sigo e nunca me sinto só...
E a gente dança
Você é assim
E a gente não se cansa
Um sonho pra mim
De ser criança
Você é assim...
A gente brinca
Você é assim...
Na nossa velha infância...
Você é assim...
Seus olhos meu clarão
-"Você é assim
Me guiam dentro da escuridão
Um sonho pra mim
Seus pés me abrem o caminho
E quando eu não te vejo
Eu sigo e nunca me sinto só...
Penso em você
Você é assim
Desde o amanhecer
Um sonho pra mim
Até quando me deito
Quero te encher de beijos
Eu gosto de você
Eu penso em você
Eu gosto de ficar com você
Desde o amanhecer
Meu riso é tão feliz contigo
Até quando eu me deito...
O meu melhor amigo
Eu gosto de você
É o meu amor"
E gosto de ficar com você

Meu riso é tão feliz contigo



Bibliografia:
 
Pesquisa no site CVDEE, Lei da Reprodução.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Aula Ética e Eu - Juventude - 14/07/2012


Tema: Ética e Eu

Objetivo Formativo:
Integrar o aspecto ético, despertando valores universais, como fraternidade, justiça, solidariedade, não-violência.
Objetivo Informativo: Identificar comportamentos éticos diante da liberdade de cada um.

Incentivação Inicial: Escolha a sua...10 minutos
Distribuir várias imagens na mesa e pedir para cada um escolher a que mais se identificar.
Pedir cada um comenta o motivo de ter escolhido aquela imagem.

Desenvolvimento: Que tal filosofarmos um pouco ? 25 minutos

ð  Quando você ouve a palavra ÉTICA, o que te lembra ? Por que ?
ð  O que é ÉTICA para você ?
ð  Podemos aprender a ser éticos ?
ð  Como eu posso ser ético comigo mesmo ?
o    E com a família ?
o    Na escola ?
o    Na sociedade ?
o    Na natureza ?
Colocar 5 frases no quadro e discutirmos sobre seu significado:
“Quero mas não devo”
“Devo mas não posso”
“Posso mas não quero”
“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” – Paulo de Tarso
“De nada adianta ao homem se ele ganhar o mundo e perder sua alma” – Jesus Cristo




O que é ÉTICA ?
Do grego ethos significa:
=> originalmente morada, seja o habitat dos animais, seja a morada do homem, lugar onde ele se sente acolhido e abrigado.
Þ      comportamento; Moral - do latim mores, costumes.
Þ      A reflexão sobre o ethos leva-nos à prática do amor
Þ      A Ética, a Moral e a Responsabilidade determinam a perfeição do ser.
Þ      Ser ético não é ter um vasto catálogo de proibições
Þ      É realizar, pelo exercício de sua liberdade, a perfeição de sua natureza. Significa exercitar obediência à vontade de Deus, a paciência, a tolerância com as faltas alheias, o silêncio ante uma ofensa recebida, respeitar o próximo. Se reformar !
Þ      “O homem de bem” : a receita está no ESE

Conclusão: Vídeo com entrevista do filósofo Mário Cortella que fala sobre ética – 15 minutos

E você com isto ???

Bibliografia:
 http://www.espirito.org.br/portal/artigos/sergio-biagi/ensaio-etica-e-responsabilidade.html

Ética e Responsabilidade - Sérgio Biagi Gregório

1. INTRODUÇÃO

O objetivo deste estudo é refletir sobre a ética e a responsabilidade, no sentido de motivar as nossas ações para a prática do bem. Assim, analisaremos o problema do comportamento ético-moral e a autodeterminação do indivíduo dentro da sociedade.

2. CONCEITO

Ética - do gr. ethos significa originalmente morada, seja o habitat dos animais, seja a morada do homem, lugar onde ele se sente acolhido e abrigado. O segundo sentido, proveniente deste, é costume, modo ou estilo habitual de ser. A morada, vista metaforicamente, indica justamente que, a partir do ethos, o espaço do mundo torna-se habitável para o homem. Assim, o espaço do ethos enquanto espaço humano, não é dado ao homem, mas por ele construído ou incessantemente reconstruído. (Nogueira, 1989)
Responsabilidade - do lat. responsabilitas, de respondere = responder, estar em condições de responder pelos atos praticados, de justificar as razões das próprias ações. De direito, todo o homem é responsável. Toda a sociedade é organizada numa hierarquia de autoridade, na qual cada um é responsável perante uma autoridade superior. Quando o homem infringe uma de suas responsabilidades cívicas, deve responder pelo seu ato perante a justiça. (Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo)
Responsabilidade moral. Filos. 1. Situação de um agente consciente com relação aos atos que ele pratica voluntariamente. 2. Obrigação de reparar o mal que se causou aos outros. (Dicionário Aurélio)

3. HISTÓRICO

3.1. ANTIGUIDADE

Desde que o homem teve de viver em conjunto com outros homens, as normas de comportamento moral têm sido necessárias para o bem estar do grupo. Muitas destas normas eram extraídas das religiões existentes, que cheias de dogmas e tabus impunham uma dose de irracionalidade ao valor moral. Mesmo entre os chineses, que não possuíam uma religião organizada, havia muitas normas esotéricas de comportamento ético.
A especulação exotérica começa somente com o pensamento grego. Sócrates, Platão e Aristóteles são os seus principais representantes. Sócrates dizia que a virtude é conhecimento; e o vício, é o resultado da ignorância. Então, de acordo com Sócrates, somente a educação pode tornar o homem moralizado. Platão estabelece que a vida ética é gradativamente mais elevada pela adequação desta às idéias (eide) superiores, análogas à forma do bem. Aristóteles deu à ética bases seguras. Dizia que o fim do homem é a felicidade temporal da vida de conformidade com a razão, e que a virtude é o caminho dessa felicidade, e esta implica, fundamentalmente, a liberdade.

3.2. IDADE MÉDIA

Na Idade Média, os valores éticos são condicionados pela religião cristã, especificamente o Catolicismo. A Patrística e a Escolástica são os seus representantes. Nesse período, dá-se ênfase à revelação dos livros sagrados. O Pai, o Filho e o Espírito Santo determinam as normas de conduta. Jesus, que é filho e Deus ao mesmo tempo, torna-se o grande arauto de uma nova ética, a ética do amor ao próximo. Porém, essa ética é conspurcada pelos juízos de valores de seus representantes, que distorcem a pureza do cristianismo primitivo.
As exortações católicas mantiveram-se por longos anos. Contudo, no século XVI começou a sofrer a pressão do Protestantismo, ou seja, a reação de algumas Igrejas às determinações da Igreja de Roma. Para os protestantes, a ética não é baseada na revelação, mas nos valores éticos, examinados e procurados de per si. A revelação religiosa pertence à religião. O filósofo ético deve procurar os fundamentos ontológicos dessa disciplina, tão longe quanto lhe seja possível alcançar.

3.3. IDADE MODERNA

Kant, o quebra tudo, surge nesse contexto. Para Kant a Ética é autônoma e não heterônoma, isto é, a lei é ditada pela própria consciência moral e não por qualquer instância alheia ao Eu. Como vemos, Kant dá prosseguimento à construção da própria moral. Não espera algo de fora. Aquilo que o homem procura está dentro dele mesmo. Muitos são os filósofos que seguiram Kant. Depois destes, surgem Scheller (1874-1928) , Müller, Ortega y Gasset etc., que penetram na ética axiológica, ou seja, estuda a ética do ângulo dos valores. (Santos, 1965)

4. ÉTICA E MORAL

Ética - do grego ethos significa comportamento; Moral - do latim mores, costumes. Embora utilizamos os dois termos para expressarmos as noções do bem e do mal, convém fazermos uma distinção: a Moral é normativa, enquanto a Ética é especulativa. A Moral, referindo-se aos costumes dos povos nas diversas épocas, é mais abrangente; a Ética, procurando o nexo entre os meios e os fins dos referidos costumes, é mais específica. Pode-se dizer, que a Ética é a ciência da Moral.
Ética e Moral distinguem-se, essencialmente, pela especulação da Lei. A Ética, refere-se à norma invariante; a Moral, à variante. Contudo, há uma relação entre ambas, pois a sistematização da segunda tem íntima relação com a primeira.
O caráter invariante da Lei possibilita-nos questionar: de onde veio? Quem a ditou? Por que? Com que fim? A resposta dos transcendentalistas é que ela é heterônoma, isto é, veio de fora do "eu". Deus seria o autor da norma. Liga-se, assim, Filosofia e Religião. Para os cristãos, as normas éticas estão centradas nos Dez Mandamentos; a resposta dos imanentistas é que ela é autônoma, isto é, surge das tensões das circunstâncias. (Santos, 1965)

5. AUTODETERMINAÇÃO E RESPONSABILIDADE

A autodeterminação expressa a essência do ser. É o poder que temos de atualizar nossas virtualidades. O pensamento científico auxilia, mas são os aspectos psicológicos, ideológicos, religiosos e filosóficos que emprestam o maior peso à nossa deliberação na vida. As virtualidades podem ser ativas e passivas. Se ativas, já estão determinadas de uma forma; se inativas, sabemos que estão em ato sob uma forma, mas que podem ser assumidas de outra forma, isto é, que são especificamente diferentes do que podem ser.
A ação humana, embora restrita à responsabilidade pessoal, tem como objetivo o interesse público. A vivência, semelhante à do eremita no deserto, é uma exceção. A questão ética diz respeito ao auxílio que cada um possa exercer na transcendência do outro. Em realidade, é a criação de condições para que o outro realize plenamente o seu projeto de vida ao qual foi destinado.
O princípio da autodeterminação moral é a base do comportamento ético adulto. Deixar-se guiar-se pelas máximas alheias é perder o eu em si mesmo. Segundo Sócrates, o ethos verdadeiro é agir de acordo com a razão, que se eleva acima do consenso da opinião da multidão, para atingir o nível da objetividade própria do saber demonstrativo. A autonomia, assim, não se realiza na solidão, mas se consolida pelo contato entre os seres humanos.
A lei é o farol da ética. Sua origem etimológica encontra-se no termo nomos de que o vocábulo lei (lex) é a tradução latina. Nomos vem do verbo nemo que significa dividir, repartir com outro, sugerindo a idéia de justiça. Dessa forma, as ações individuais no cumprimento dos deveres, devem salvaguardar a liberdade própria e a do outro. Por isso, Voltaire afirma com veemência: "Não concordo com o que você diz, mas defenderei o direito de você dizê-lo até o fim". (Nogueira, 1989)

6. COMPORTAMENTO ÉTICO

A reflexão sobre o ethos leva-nos à prática do amor. O verdadeiro exercício do amor longe está das proibições e interdições de que a moral propõe. É uma autodeterminação que envolve a autonomia da vontade na busca da atualização do ser. Assim, não é agir de qualquer jeito, mas de forma ordenada, generosa, que promova a pessoa e os direitos do outro, sobretudo quando esses direitos são espezinhados.
O comportamento ético não consiste exclusivamente em fazer o bem a outrem, mas em exemplificar em si mesmo o aprendizado recebido. É o exercício da paciência em todos os momentos da vida, a tolerância para com as faltas alheias, a obediência aos superiores em uma hierarquia, o silêncio ante uma ofensa recebida.

7. CONCLUSÃO

A Ética, a Moral e a Responsabilidade determinam a perfeição do ser. Acostumados a confundir os meios com os fins, não conseguimos visualizar claramente o fim último da existência humana. Por isso, o erro crasso de conceber a Moral como um mero e fastidioso catálogo de proibições. O fim do homem é, pois, o de realizar, pelo exercício de sua liberdade, a perfeição de sua natureza. Implica, muitas vezes, a obediência à vontade de Deus, contrariando a própria, se assim delimitar, o dever, imposto pela sua consciência.

8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

*       ÁVILA, F. B. de S.J. Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo. Rio de Janeiro, M.E.C., 1967.
*       FERREIRA, A. B. de H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, s/d/p.
*       NOGUEIRA, J. C. Ética e Responsabilidade Pessoal. In MORAIS, R. de. Filosofia, Educação e Sociedade (Ensaios Filosóficos). Campinas, SP, Papirus, 1989.
*       SANTOS, M. F. dos. Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais. 3. ed., São Paulo, Matese, 1965.